Do outro lado da linha de chegada

“Bendito é o homem cuja confiança está no Senhor, cuja confiança nEle está. Ele será como uma árvore plantada junto às águas e que estende as suas raízes para o ribeiro” (Jeremias 17:7-8).
Nossas boas obras não conseguem nos levar para o outro lado da linha de chegada, mas Cristo pode. “Àquele que não trabalha, mas confia em Deus, que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça” (Rm 4:5).
Paulo garante a salvação para as pessoas mais improváveis: não ao que trabalha, mas ao que confia; não ao fisicamente capaz, mas ao inválido; não ao santo de posses, mas ao falido e desempregado. “Essa confiança em Deus é o que o deixa numa situação aceitável diante dEle, por causa de Deus. Pura graça” (Rm 4:5, AM).
Deus assume a responsabilidade do começo ao fim por suas ovelhas. “Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão” (Jo 10:28).
Nós, pais e mães, entendemos a determinação de Deus. Quando nossos filhos tropeçam, não os renegamos. Quando eles falham, não os desprezamos. Podemos punir ou repreender, mas jogá-los para fora da família? Não podemos. Eles estão biologicamente ligados a nós. Aqueles que nasceram com o nosso DNA morrerão com ele.
Deus, nosso Pai, produz o mesmo relacionamento conosco. Mediante a salvação, temos o direito de nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1:12). Ele altera nossa linhagem, redefine nossa paternidade espiritual e, ao fazê-lo, garante nossa salvação. (ML)
Podemos orar? “Deus, meu Pai, sou grato por ser teu filho e estar selado com o Teu precioso Espírito Santo. Obrigado por garantir minha salvação e me libertar para descansar tranquilamente nessa segurança. Em nome de Jesus, amém!”



Amilton Menezes

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