Para não Esquecer - Meditação Matinal - Ligado na Videira

O Ajuste da Segunda Mensagem Angélica – 1  
Um segundo anjo seguiu o primeiro, dizendo: — Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela embriagou todos os povos, dando-lhes o seu vinho, o vinho forte da sua terrível imoralidade! Apocalipse 14:8, NTLH
Até que ponto os adventistas do sétimo dia devem cooperar com outras denominações cristãs? A igreja e seus membros devem participar de projetos sociais com outras denominações? Caso sim, por quê?
Tais perguntas são importantes. Afinal, nossos primeiros companheiros de fé não ensinavam que todas as outras igrejas fazem parte da Babilônia caída de Apocalipse 14:8 e 18:1-4?
É certo que sim. E por causa desse ensino, o adventismo ainda enfrenta tensão em vários subgrupos quanto à problemática da cooperação com outros cristãos. Felizmente, a história do adventismo lança bastante luz sobre o tema da queda da Babilônia e sobre as questões relacionadas a isso.
Conforme observamos antes, as primeiras interpretações adventistas acerca da Babilônia já existiam bem antes do nascimento do adventismo do sétimo dia. Observamos que Charles Fitch abriu caminho para o conceito milerita quando começou a proclamar a queda da Babilônia, no verão de 1843. Para Fitch, a Babilônia era formada tanto por católicos romanos quanto por protestantes que rejeitavam os ensinos da Bíblia sobre o segundo advento.
Tiago White ratificou a compreensão básica em 1859, ao escrever: “Sem hesitar, aplicamos o título de Babilônia do Apocalipse a todo o cristianismo corrupto.” A corrupção envolvia queda moral e a mistura de ensinos cristãos com filosofias não cristãs, por exemplo, a imortalidade da alma, que deixava as igrejas sem defesa contra o espiritualismo. Em suma, Babilônia representava as igrejas confusas.
Entretanto, com a passagem do tempo, os adventistas guardadores do sábado, no início dos anos 1850, começaram a perceber que as denominações fiéis ao domingo não se encontravam erradas em muitas áreas de seu ensino e de sua prática. O mundo não era tão preto no branco quanto haviam pensado a princípio. Tais pensamentos os colocaram em um caminho que levaria a mais discernimento no tocante às consequências da segunda mensagem angélica.
Ajuda-nos, Pai, a manter os olhos abertos para o bem que há nos outros, até mesmo naqueles que estão confusos em seu sistema de crenças

O Ajuste da Segunda Mensagem Angélica – 2  
Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a Terra se iluminou com a sua glória. Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia. Apocalipse 18:1, 2
Depois que os guardadores do sábado deixaram de defender o ensino de que a porta da graça havia se fechado, abriu-se o caminho para outra compreensão da queda de Babilônia.
Eles passaram a entender que a segunda mensagem angélica apresentava a queda de Babilônia em duas etapas. Ao passo que Fitch havia considerado Apocalipse 14:8 e 18:1-4 um só evento, Tiago White e os guardadores do sábado começaram a interpretar os acontecimentos como dois incidentes separados.
Tiago observou que a queda da Babilônia narrada em 14:8 “se encontra no passado”, enquanto a apresentada em 18:1-4 é presente e sobretudo futura. Conforme ele declarou em 1859: “Primeiro ela cai [14:8]; em segundo lugar, torna-se morada de demônios e ‘covil de toda espécie de espírito imundo’ […]; terceiro, o povo de Deus é chamado para sair dela; e quarto, as pragas divinas são derramadas sobre ela.”
Portanto, embora os guardadores do sábado cressem que o mundo religioso cometera um grave erro durante o início dos anos 1840 ao rejeitar a mensagem do segundo advento com veemência, essa recusa foi apenas o início da confusão. Acontecimentos posteriores, especialmente no fim dos tempos, levariam essas denominações a uma desordem moral e doutrinária ainda mais séria. Como resultado, Deus finalmente desistirá daqueles que escolheram fazer parte de Babilônia.
Ellen White concordou com a reinterpretação de seu esposo sobre a queda progressiva de Babilônia, mas, com o tempo, ela foi além disso. De acordo com a Sra. White, “o cumprimento perfeito de Apocalipse 14:8 está ainda no futuro”. Uma consequência disso é que “a grande massa dos verdadeiros seguidores de Cristo encontra-se ainda” em igrejas fora do adventismo. Logo, Babilônia está confusa, mas ainda não caiu por completo. Como resultado, declarou ela, o chamado “Sai dela, povo Meu”, de Apocalipse 18:1-4, constituirá “a advertência final a ser dada aos habitantes da Terra” (GC, p. 390, 604).
Senhor, ajuda-me hoje a desenvolver um coração compreensivo que defende a verdade, mas que mostra bondade àqueles que não enxergam as coisas da mesma forma que eu


Possibilidades de Cooperação – 1  
Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor. João 10:16
Com a reinterpretação do assunto da porta fechada e da queda de Babilônia, Tiago e Ellen White criaram o fundamento teológico para a cooperação do adventismo com outros grupos cristãos. Tal parceria se tornou uma questão cada vez mais forte, à medida que os adventistas do sétimo dia perceberam que o segundo advento não estava tão próximo quanto eles haviam esperado a princípio.
Todavia, a associação com as pessoas “de fora” traria as próprias tensões para a denominação, as quais dividiriam o pensamento adventista naquilo que podemos classificar como orientações “moderada” e “radical”. Os moderados eram favoráveis à cooperação que não comprometesse a integridade teológica e ética do movimento, ao passo que os radicais tinham dificuldade em trabalhar com qualquer grupo que não entendesse as coisas exatamente como eles.
Um caso ilustrativo é a relação do adventismo com a União das Mulheres Cristãs em Prol da Temperança. Sem dúvida, tal movimento contava com boas ideias, pois defendia a temperança, em conformidade com as preocupações do adventismo. O resultado foi que, a partir de 1877, os adventistas começaram a unir esforços com essa instituição.
As integrantes do grupo aparentemente só defendiam boas ideias. Contudo, em 1887, elas misturaram as coisas ao se aliarem à Associação Nacional de Reforma, na iniciativa de conseguir a aprovação de uma lei federal apoiando o caráter sagrado do domingo. Naquele mesmo ano, a União das Mulheres Cristãs incluiu um departamento de observância do domingo em sua organização. No ano seguinte, apoiou um projeto de lei federal em prol da guarda do domingo.
Tais passos demonstravam que aquele grupo estava se transformando rapidamente em uma completa Babilônia aos olhos de alguns adventistas. Embora tivessem “a verdade” no que se refere à temperança, ao mesmo tempo apoiavam o “erro” quanto à questão do sábado. Eles concluíram que, se isso não fosse confusão ou Babilônia, o que seria então? Tais mudanças continuaram a causar preocupação entre as fileiras adventistas ao longo dos anos 1890.
Esses são os fatos do caso. A tarefa de hoje é: debater com outros ou pensar sobre qual deve ser a atitude apropriada e que rumo tomar numa situação como essa.
Como tais questões afetam o que significa ser um cristão adventista no mundo contemporâneo? 

Possibilidades de Cooperação – 2  
“Mestre”, disse João, “vimos um homem expulsando demônios em Teu nome e procuramos impedi-lo, porque ele não era um dos nossos”. Marcos 9:38, NVI
“‘Não o impeçam’, disse Jesus. ‘Ninguém que faça um milagre em Meu nome, pode falar mal de Mim logo em seguida, pois quem não é contra nós está a nosso favor’” (Mc 9:39, 40, NVI).
Deveriam os adventistas unir esforços publicamente com aqueles que misturam a verdade com erros teológicos graves? Foi esse o questionamento de ontem.
Ellen White e outros adventistas dos anos 1890 sabiam muito bem do ponto de vista favorável ao domingo por parte da União das Mulheres Cristãs em Prol da Temperança, mas procuraram cooperar com a entidade o máximo possível naquela época.
Havia outros adventistas que não tinham certeza se essa era a atitude correta. Por exemplo, Alonzo T. Jones, editor da Review and Herald, publicou uma série de editoriais sugerindo que essa União era apóstata e ainda não tinha feito o suficiente em sua oposição à tolerância religiosa.
Essa mentalidade maniqueísta desencadeou uma série de cartas da Ellen White. Por ser uma pessoa disposta a trabalhar mesmo com um pouco de conflito, ela aconselhou Jones a não ser tão duro e crítico com aqueles que não viam as coisas com os olhos adventistas. Escreveu: “Há verdades vitais sobre as quais eles receberam bem pouca luz.” Por isso, “devem ser tratados com carinho, amor e respeito pela boa obra que realizam. Você não deve lidar com eles dessa maneira” (Ct 62, 1900).
Ela observou que não estava argumentando com a “real verdade” da posição de Jones, mas, sim, com sua falta de visão, tato e gentileza. Afirmou que a abordagem dele levaria os membros da União das Mulheres Cristãs em Prol da Temperança a concluir: “Veja bem, é impossível ter qualquer contato com os adventistas do sétimo dia; pois só nos dão a escolha de nos relacionarmos com eles se acreditarmos exatamente da mesma forma que eles” (ibid.).
Assim ela se opôs por completo à atitude radical. Em vez disso, comentou: “Devemos tentar conquistar a confiança das atuantes na União das Mulheres Cristãs e nos harmonizar com elas tanto quanto possível. Elas podem aprender coisas de nós e nós delas” (ibid.).
Ela orientou Jones a não representar a verdade como algo “tão pavoroso” que leva os outros a se afastarem desesperados. Insistiu que demonstrasse “ternura cristã” àqueles que não viam as coisas como ele (ibid.).
Como está meu “quociente de tolerância”? Minha abordagem com aqueles que diferem de mim expressa “ternura cristã”?

Possibilidades de Cooperação – 3  
Cada um ajuda o outro e diz a seu irmão: Seja forte! Isaías 41:6
As redefinições relativas à porta fechada e à Babilônia abriram caminho para os guardadores do sábado cooperarem com pessoas que diferiam deles teologicamente. Entretanto, quais seriam os princípios orientadores dessa cooperação?
Mais uma vez, o apoio à santificação do domingo pela União das Mulheres Cristãs em Prol da Temperança provê um bom exemplo. Ellen White escreveu: “Luz me foi concedida que, enquanto não houver sacrifício de princípios de nossa parte, tanto quanto possível devemos nos unir a elas nos esforços em prol das reformas de temperança. […]
“Foi-me mostrado que não devemos afastar as atuantes Mulheres Cristãs em Prol da Temperança. Ao nos unirmos com elas em prol da abstinência total, não mudamos de opinião quanto à observância do sétimo dia e podemos demonstrar nosso apreço pela posição que elas adotam na questão da temperança.
“Ao abrir a porta e convidá-las a se unir a nós na questão da temperança, garantimos a ajuda delas nesse aspecto. E elas, ao se unirem a nós, ouvirão novas verdades que o Espírito Santo está esperando para com elas lhes impressionar o coração” (RH, 18 de junho de 1908).
Foi o mesmo espírito de conciliação que levou Ellen White a sugerir que os pastores adventistas conhecessem os outros ministros de sua região, deixando-os saber que os adventistas eram “reformadores, mas não fanáticos”. Seu conselho foi que se concentrassem nos “terrenos comuns” que os adventistas compartilham com os outros e “apresentar a verdade tal como é em Jesus”, em vez de menosprezar as outras igrejas. Usando tais técnicas, os pastores adventistas poderiam “aproximar-se dos pastores de outras denominações” (Ev, p. 143, 144, 227, 562).
Precisamos tomar cuidado para não disparar a “arma da Babilônia” em direção a todos que não entendem as coisas como nós. A história adventista é reveladora nesse aspecto. A redefinição do tema Babilônia, nos anos 1850, provê um fundamento crucial para a participação do adventismo em um mundo que ainda não chegou ao fim.
Esse foi o fruto do crescimento de Tiago White na compreensão sobre as duas etapas da queda de Babilônia, em 1859. Precisamos aprender a viver na tensão de trabalhar com aqueles que diferem de nós ao mesmo tempo em que nos mantemos firmes, de pé nas belas verdades bíblicas que nos tornam um povo. A outra opção seria viver numa clausura completa.
Ajuda-nos, Senhor, a aprender os princípios e as necessidades de cooperação enquanto tentamos mudar o mundo

O Ajuste da Primeira Mensagem Angélica – 1  
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas. Apocalipse 14:6, 7
Que mensagem poderosa! Os adventistas ouvem sobre ela o tempo todo, mas é provável que não parem para analisá-la.
A mensagem tem quatro ensinos centrais. Primeiro, o evangelho eterno. Para os mileritas, o evangelho eterno era mais do que meramente a cruz e a ressurreição de Cristo. Ele também incluía a melhor das boas-novas: que Jesus está voltando para cumprir plenamente as bênçãos que Sua crucifixão e vitória sobre a morte tornaram possíveis. Portanto, o evangelho eterno abrange o segundo advento, a ressurreição dos que morreram em Cristo, a trasladação dos vivos para o encontro com Cristo nos ares e o reino do Céu em sua plenitude. O evangelho eterno envolvia tudo isso e muito mais para os mileritas e os primeiros guardadores do sábado.
A segunda parte da mensagem estipula que ela deve ser pregada a toda a Terra. Por isso, J. V. Himes enviou literatura milerita a todos os postos missionários do mundo. Os primeiros guardadores do sábado chegaram a dizer que os mileritas haviam cumprido a comissão durante o início dos anos 1840. Foi só aos poucos que eles compreenderam suas responsabilidades missiológicas.
A terceira parte, a proclamação da hora do juízo de Deus, os mileritas interpretavam como o segundo advento. Para eles, tratava-se do juízo executivo. Sobre esse ponto, os guardadores do sábado tiveram novas ideias.
A quarta parte, relacionada à adoração ao Criador, não era muito enfatizada pelos mileritas. Entretanto, como vimos algumas semanas atrás, os guardadores do sábado consideraram corretamente que tais palavras aludiam ao sábado, refletindo Êxodo 20 e Gênesis 2:1-3. Eles enxergaram uma alusão ao sábado em Apocalipse 12:17 e 14:12, versículos que dizem que Deus teria um povo guardador dos mandamentos nos últimos dias. Portanto, a parte da adoração ao Criador, de Apocalipse 14:7, formava um aspecto central do ensino adventista.
As três mensagens angélicas de Apocalipse 14 são as últimas dadas por Deus a um mundo à beira da morte. Precisamos passar mais tempo refletindo no significado que elas têm em nossos dias

O Ajuste da Primeira Mensagem Angélica – 2  
Foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias Se assentou; […] milhares de milhares O serviam, e miríades de miríades estavam diante dEle; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. Daniel 7:9, 10
Além da ênfase ao sétimo dia, em Apocalipse 14:7, uma mudança importante que os guardadores do sábado fariam na interpretação da primeira mensagem angélica se concentrava nas palavras “é chegada a hora do Seu juízo”.
Os mileritas haviam identificado a cena do juízo de Daniel 7, a purificação do santuário de Daniel 8:14 e o julgamento de Apocalipse 14:7 como o juízo que ocorreria no segundo advento. Logo, para eles, tratava-se de um juízo executivo, o momento em que Deus daria a recompensa segundo aquilo que os seres humanos haviam escolhido e feito (ver Mt 16:27). Charles Fitch declarou que o juízo de Apocalipse 14:7 se referia à “destruição” do mundo.
Os guardadores do sábado, após anos de estudo por parte de alguns, começaram a entender que o juízo mencionado nessas passagens era o julgamento pré-advento, ou o que passariam a chamar de juízo investigativo. Todavia, essa nova interpretação causaria conflito em suas fileiras, uma vez que nem todos os líderes aceitaram o conceito até a metade ou o fim da década de 1850. Alguns críticos, do século 20, ensinaram que os adventistas logo transformaram o juízo em um acontecimento anterior ao advento depois de 1844 a fim de justificar o desapontamento.
No entanto, isso não se confirma pelos fatos históricos.
Para começar, o conceito do juízo pré-advento surgiu antes do desapontamento de outubro de 1844. Josiah Litch desenvolveu essa ideia no fim dos anos 1830. Sua visão principal na época era que o julgamento precisava preceder a ressurreição.
Em 1841, ele escreveu: “Nenhum tribunal humano pensaria em executar juízo sobre um prisioneiro antes que fosse julgado, quanto menos Deus.” Logo, o Senhor, antes da ressurreição, deveria julgar cada ato humano. Na ressurreição, Ele executará o juízo de acordo com Suas decisões. Vários mileritas adotaram a perspectiva de Litch antes de outubro de 1844. E isso não foi muito difícil, pois o ensino bíblico de que Cristo recompensará as pessoas quando vier nas nuvens do céu sugere que, antes desse momento, Deus já terá decidido quem se levantará na primeira ressurreição.
Temos razões para agradecer por servirmos a um Deus justo, que não é arbitrário e se baseia em evidências, em vez de depender de caprichos despóticos.
O Ajuste da Primeira Mensagem Angélica – 3  
Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar [do chifre pequeno] o domínio. […] O reino, e o domínio […] serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. Daniel 7:26, 27
Vimos ontem que, no final dos anos 1830, Josiah Litch começou a interpretar que as palavras “é chegada a hora do Seu juízo” de Apocalipse 14:7 se referiam a algo anterior ao dia do juízo final. O próprio Litch acreditava que o julgamento ou juízo pré-advento havia começado em 1798, no fim dos 1.260 dias de Daniel 7:25, e terminaria antes do segundo advento, no fim das 2.300 tardes e manhãs.
A ideia de um juízo pré-advento não morreu com o desapontamento de outubro de 1844. Enoch Jacobs, por exemplo, não era guardador do sábado; mas, após debater sobre o peitoral do juízo usado no Dia da Expiação, declarou em novembro de 1844: “A menos que algo tão decisivo quanto o início do julgamento tenha ocorrido no décimo dia [22 de outubro de 1844], o antítipo ainda não foi dado, a profecia não se cumpriu e continuamos em trevas.” Para Jacobs, “o juízo se iniciaria antes da aparição pessoal de Cristo e da ressurreição dos santos”.
Mais uma vez, em janeiro de 1845, Apollos Hale e Joseph Turner conclamaram uma compreensão mais profunda das parábolas das bodas. Em particular, destacaram que o relato de Lucas 12:35 diz que as pessoas precisaram esperar Cristo voltar do casamento. Os pregadores observaram que, na parábola de Mateus 22, há uma cena de julgamento na qual o rei examina os convidados para ver se eles estavam trajando a veste nupcial.
Turner e Hale conectaram essas parábolas das bodas à recepção de Cristo em Seu reino na cena de julgamento de Daniel 7. Concluíram que, a partir de 22 de outubro, Jesus tinha uma nova obra a realizar “no mundo invisível”. Por isso proclamaram: “O julgamento é aqui!”
Em 20 de março de 1845, Miller também havia igualado o juízo de Apocalipse 14 à cena de julgamento de Daniel 7. Ele destacou que, desde 1844, Deus estava em seu “papel judicial, definindo os casos de todos os justos”, a fim de que “os anjos saibam a quem reunir” na segunda vinda. “Se isso for verdade”, Miller acrescentou, “quem poderia dizer que Deus já não está purificando Seu santuário?”
Obrigado, Senhor, porque um dia removerás todas as forças egoístas que têm controlado o mundo e estabelecerás um reino eterno, no qual governará a justiça

O Ajuste da Primeira Mensagem Angélica – 4  
Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial. Mateus 22:11
Ontem vimos que Enoch Jacobs, Apollos Hale, Joseph Turner e Guilherme Miller, no final de 1844 e início de 1845, já relacionavam a data de outubro e a doutrina do santuário ao juízo celestial pré-advento de Daniel 7. Portanto, esses homens, que não eram guardadores do sábado, haviam começado a considerar que passagens tão centrais ao milerismo, como o julgamento de Daniel 7 e a chegada do noivo às bodas, correspondiam ao iniciado juízo pré-advento, em lugar de se referir ao retorno de Cristo nas nuvens do céu. O mesmo raciocínio se aplicava à purificação do santuário de Daniel 8:14 e à hora do juízo de Apocalipse 14:7.
E os líderes guardadores do sábado? Como eles se posicionaram quanto ao ensino de um juízo pré-advento no final dos anos 1840?
José Bates foi bem claro quanto ao assunto. Em 1847, ele escreveu: “A respeito da expressão ‘é chegada a hora do Seu juízo’, deve haver uma ordem e um tempo para Deus, em Sua função judicial, decidir o caso de todos os justos, a fim de que o nome deles seja registrado no Livro da Vida do Cordeiro e estejam totalmente preparados para o grandioso momento da mudança da mortalidade para a imortalidade.” No final de 1848, ele exclamou: “Os santos mortos estão sendo julgados agora.” É provável que Bates tenha sido o primeiro dos líderes guardadores do sábado a ensinar o juízo pré-advento.
Parece que, em 5 de janeiro de 1849, Ellen White concordou com ele sobre o assunto. Ao comentar uma visão recebida nessa data, escreveu: “Vi então que Jesus não abandonaria o lugar santíssimo sem que cada caso fosse decidido, ou para a salvação ou para a destruição” (PE, p. 36).
Até aí tudo bem. Bates e Ellen White pareciam estar em harmonia quanto ao assunto; mas Tiago não. Em setembro de 1850, ele ainda discordava abertamente de Bates quanto ao juízo pré-advento. Nesse mês, ele escreveu: “Muitas mentes estão confusas por visões conflitantes que foram publicadas sobre a questão do juízo. […] Alguns [em referência a Bates] argumentam que o dia do juízo é anterior ao segundo advento. Sem dúvida, tal ponto de vista carece de base da Palavra de Deus.”
Uma lição marginal que podemos aprender é que até mesmo quando os pioneiros adventistas do sétimo dia diferiam um do outro em temas importantes, ainda assim conseguiam se respeitar. Necessitamos desse espírito em nossos dias

O Ajuste da Primeira Mensagem Angélica – 5  
Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Apocalipse 22:12
Ontem vimos Tiago White confrontando José Bates publicamente. Para White, Bates estava confuso a respeito do juízo, por crer que este ocorreria antes do segundo advento. Tiago declarou que tal ensino “carece de base da Palavra de Deus”.
Para Tiago, “o grande dia do juízo durar[ia] mil anos” e começaria no segundo advento. Quanto ao julgamento pré-advento, White observou: “Não é necessário que a sentença final seja dada antes da primeira ressurreição, conforme ensinam alguns; pois o nome dos santos está escrito no Céu, logo Jesus e os anjos certamente sabem a quem ressuscitar e reunir para a Nova Jerusalém.” Portanto, até setembro de 1850, Tiago era contrário a sua esposa e a Bates na questão do juízo pré-advento. Entretanto, isso mudaria, aos poucos.
Evidências circunstanciais da mudança das ideias de Tiago White apareceram na Review de fevereiro de 1854, na qual publicou um artigo de J. N. Loughborough que relacionava a primeira mensagem angélica ao juízo pré-advento. Muito embora Loughborough não o tenha escrito para a publicação, Tiago observou, em uma rápida introdução, que o imprimira de qualquer forma porque “responde a perguntas que nos têm sido apresentadas”.
Todas as dúvidas de Tiago White foram sanadas em janeiro de 1857, ocasião em que publicou um estudo completo do julgamento pré-advento de própria autoria. Segundo ele, tanto os justos quanto os ímpios “serão julgados antes de ressuscitarem dos mortos. O juízo investigativo da casa, ou igreja, de Deus acontecerá antes da primeira ressurreição; assim, o julgamento dos ímpios ocorrerá durante os mil anos de Apocalipse 20 e eles ressuscitarão no fim desse período”.
O termo “juízo investigativo” fora usado pela primeira vez na imprensa naquele mesmo mês, em um artigo de Elon Everts. Por volta de 1857, os adventistas guardadores do sábado haviam aceitado, em grande escala, o ensino do juízo pré-advento.
O desenvolvimento dessa doutrina ilustra bem como Deus orienta o entendimento de Seus seguidores ao longo do tempo. Ele sempre guia à medida que Seu povo busca uma compreensão aperfeiçoada da Palavra. O Senhor nos dá Sua Palavra, e nós devemos estudá-la em oração, enquanto procuramos conhecer a vontade e os caminhos divinos cada vez mais claramente

As Boas-Novas do Juízo!  
Enquanto eu olhava, esse chifre começou a lutar contra o povo de Deus e estava vencendo, até que chegou Aquele que sempre existiu. Ele julgou a favor do povo do Deus Altíssimo, pois havia chegado o tempo de esse povo começar a reinar. Daniel 7:21, 22, NTLH
O juízo é uma boa notícia! O juízo é o evangelho! Porém, infelizmente não é assim que muitos adventistas consideram o assunto.
Lembro-me da primeira vez que fui a uma igreja adventista. Eu morava em uma cidade ligada ao comércio marítimo, na baía de San Francisco, e não tinha o menor interesse no cristianismo, muito menos no juízo! Entretanto, eu havia conhecido uma moça que me levou à igreja.
Todo aquele lugar foi um choque para mim. No entanto, o golpe fatal me atingiu quando uma “senhora” (ela deveria estar na casa dos 40) se levantou perante o grupo de jovens e começou a apontar o dedo para eles, dizendo em termos bem claros que o melhor que tinham a fazer era ficar acordados à noite refletindo e confessando todos os pecados que já haviam cometido. Afinal, ninguém sabia quando seu nome passaria diante do julgamento celestial. E, quando isso acontecesse, se houvesse tão somente um pecado não confessado, eles não passariam a eternidade no destino de sua preferência.
Décadas desse tipo de ensino não só mostraram aos adventistas a “má notícia” do juízo pré-advento, como também os levaram a desprezar o ensino em si. Quanta infelicidade, uma vez que, segundo a Bíblia, o juízo é uma boa-nova para o povo de Deus. Conforme o Senhor disse a Daniel, o juízo pré-advento é “a favor” dos santos. A Bíblia retrata o Juiz do nosso lado. Afinal, foi Deus quem enviou o Salvador. Ele não está tentando manter as pessoas longe do Céu, mas, sim, levar tantas quanto for possível para lá. O Senhor quer encher Sua casa.
Contudo, nem todos aceitam Sua oferta de salvação e a mudança de coração que Ele proporciona. Alguns se rebelam contra Seus caminhos, maltratam os outros, tornam-se agressivos e destrutivos. Deus não pode permitir que isso continue para sempre. Logo, essas pessoas também precisam ser julgadas. Para aqueles que escolhem viver em rebelião ativa contra Deus e Seus princípios, o juízo certamente é uma má notícia.
Para os cristãos, porém, é a maior das boas-novas. O julgamento divino é sua vindicação. Como o evento é a favor deles, abre-lhes as portas para o reino eterno. Louvado seja Deus por Seu juízo amoroso! 

Retrospectiva Sobre o Juízo  
Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do Homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-O dentre os mortos. Atos 17:31, NVI
Juízo. Um assunto temível para alguns e esperançoso para outros, mas complexo para todos. Hoje queremos parar um pouco e analisar de forma ampla esse tema. A maioria das pessoas acha que o juízo é um evento único que acontecerá em algum momento próximo ao fim dos tempos ou que ocorre na vida das pessoas quando morrem. Entretanto, os primeiros adventistas descobriram que o juízo é um processo, em vez de um evento único. Em 1857, Tiago White dividia o juízo em quatro fases distintas.
Segundo ele, a primeira fase seria o juízo pré-advento ou investigativo daqueles que afirmam seguir o Deus da Bíblia. Os primeiros adventistas entenderam, por meio da tipologia do Dia da Expiação, o fato de que esse juízo incluiria apenas o povo de Deus. Nesse dia, o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo usando o peitoral do juízo, no qual se encontrava inscrito o nome do povo de Deus. E era por esse grupo que ele intercedia no dia do juízo anual.
A segunda etapa é o que os adventistas classificavam como um juízo executivo que ocorrerá no segundo advento, quando Deus dará bênçãos a Seu povo (Ap 22:12; Mt 16:27).
A terceira fase é o julgamento durante o milênio, mencionado em Apocalipse 20:4. “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar.” Nesse momento, você pode estar se perguntando o que resta para ser julgado. Afinal, os justos estão no Céu com Deus, e os ímpios dormem na sepultura. Ambos os fatos são verdadeiros, mas os ímpios ainda não enfrentaram a destruição eterna. E, antes que isso aconteça, Deus dá a todos a oportunidade de ver os registros dos injustos durante o milênio.
Ninguém precisará ter dúvidas. Ele dará tempo para todos reconhecerem Sua justiça. Portanto, a etapa milenar do julgamento é, em certo sentido, um juízo “investigativo” dos ímpios. Entretanto, acima de tudo, trata-se de um julgamento da justiça de Deus e da coerência de Suas decisões.
A fase final do juízo ocorrerá no fim das eras, quando o juízo executivo eliminar para sempre aqueles que continuaram a rejeitar a Deus e Seus princípios (Ap 20:9, 12-15). Essa última etapa não é feliz, mas Deus não tem escolha, pois Seu intuito é eliminar definitivamente o pecado. Seu desejo é que todos se arrependam, mas Ele não força a vontade de ninguém. 

Quando Começou o Sábado? – 1  
De uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado. Levítico 23:32
Ao contrário da questão do juízo pré-advento, os principais líderes do início do adventismo não divergiam quanto ao momento do início e do fim do sábado.
Apesar de os batistas do sétimo dia, de quem Bates aprendeu indiretamente a doutrina do sábado, o guardarem de um pôr do sol a outro, ele argumentava que a observância deveria ocorrer das 18h da sexta-feira até as 18h do sábado.
Em seu livro de 1846, sobre o sábado, ele defendeu tal posição, afirmando:
“A história revela que os judeus […] davam início a seus dias às seis da tarde.” Não sei em qual história ele pesquisou, ou se inferiu tal conclusão de algo que estava lendo, mas a realidade é que Bates não poderia estar mais errado.
Ele também enumerou razões teóricas para guardar o sábado das 18h às 18h. Para simplificar, ele dizia que se todos honrassem o sábado de um amanhecer até o outro, ou de um pôr do sol ao outro, as pessoas nas diferentes latitudes guardariam o sábado em horários diferentes. E com certeza Deus não queria isso. Logo, concluiu, uma vez que o sol se põe às 18h no Equador, ao longo do ano inteiro, que se todos seguissem esse horário, todos observariam o mesmo sábado, tal como o Senhor queria.
Essa não era uma questão pequena para o capitão. Afinal, ele declarou em 1849: “É tão pecaminoso aos olhos de Deus rejeitar voluntariamente a luz da Bíblia sobre o início do sábado […] quanto não guardá-lo de maneira alguma.”
Tratava-se de uma convicção poderosa. E Bates era um entusiasta vigoroso e persistente quando se convencia de algo.
Como resultado, a igreja recebeu repetidas vezes a mensagem de que o sétimo dia começava às 18h, e Bates conseguiu influenciar quase todos os guardadores do sábado com sua interpretação, inclusive Tiago e Ellen White. Portanto, por dez anos, eles e a maioria dos outros adventistas guardaram o sábado de forma errada.
Isso sim é um problema! E qual foi a atitude de Deus diante desse erro? Condenou-os à “prisão” espiritual por estarem errados?
É claro que não. Essa é a amplitude da misericórdia de Deus. Em nossa sinceridade, Ele nos aceita da maneira que estamos. No entanto, não para por aí. Também nos conduz gentilmente ao caminho da verdade. 

Quando Começa o Sábado? – 2  
Senão no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para fazer habitar o Seu nome, ali sacrificarás a Páscoa à tarde, ao pôr-do-sol. Deuteronômio 16:6
Como Deus pôde deixar Seu povo viver no erro sobre o momento do início do sábado durante dez anos? Eu não sei, mas tenho certeza de que foi isso que Ele fez. Talvez isso nos revele algo sobre o Senhor.
Devemos reconhecer que nem todos os adventistas achavam que Bates estava certo quanto ao argumento das 18 horas. Alguns defendiam o começo ao amanhecer, outros, ao pôr do sol, e uns poucos, à meia-noite.
Em 1854, a questão se tornara tão problemática que Tiago White temia uma “divisão, a menos que fosse resolvida por meio de um bom testemunho”. Tiago afirmou que nunca se satisfizera por completo com o argumento das 18h e que os guardadores do sábado nunca haviam feito uma investigação completa na Bíblia. Mais tarde, ele observou que, sem dúvida, a posição obstinada de Bates “sobre a questão, o respeito por sua idade e sua vida piedosa” foram os motivos por não terem “estudado antes” a questão nas Escrituras “de modo tão completo quanto se fez nas outras crenças”.
No verão de 1855, White pediu ao jovem John Nevins Andrews para preparar um estudo sobre o assunto na Bíblia. Andrews era a pessoa certa. Detalhista ao extremo, apegou-se à tarefa com toda a dedicação.
Andrews acreditava firmemente no argumento das 18h, por isso ficou chocado com o que descobriu:
“Sacrificarás a Páscoa à tarde, ao pôr do sol” (Dt 16:6).
“O homem que o tocar será imundo até à tarde. […] Posto o sol, então, será limpo” (Lv 22:6, 7).
“À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos” (Mc 1:32).
Passagem após passagem aparecia à medida que Andrews reunia evidências bíblicas sobre a definição das Escrituras para “tarde”.
Suas conclusões: (1) a Bíblia não fornecia nenhuma evidência para o horário das 18h; e (2) “as Escrituras, mediante várias declarações claras, estabelece o fato de que tarde equivale ao pôr do sol”.
Ele apresentou suas conclusões em uma reunião geral dos guardadores do sábado, em 17 de novembro de 1855. Eles, então, passaram a agir de acordo com essa “nova” luz bíblica.
Senhor, ajuda-nos a manter a mente aberta à Tua Palavra, mesmo quando temos convicção de conhecer a verdade

Quando Começa o Sábado? – 3  
Todos os dias estudavam as Escrituras Sagradas para saber se o que Paulo dizia era mesmo verdade. Atos 17:11, NTLH
O estudo diligente da Bíblia era crucial para os primeiros adventistas guardadores do sábado. Foi isso que aconteceu, conforme vimos ontem, na questão do início e fim do sétimo dia.
Tiago White relatou que o estudo da Bíblia, realizado por Andrews em 1855, resolveu a questão na mente da maioria dos presentes, inclusive para ele, de que o horário do pôr do sol era o correto.
Entretanto, nem todos concordaram com as conclusões de Andrews. Conforme disse White, “Bates e alguns outros” naquele momento não entraram em harmonia com o corpo de crentes. O capitão havia ensinado a posição das 18h por uma década e trabalhou com afinco para defender seu ponto de vista.
Nisso encontramos um problema. Alguns dos líderes do movimento se apegaram à antiga posição mesmo depois de o estudo da Bíblia mostrar com clareza, texto após texto, que a “tarde” das Escrituras começava ao pôr do sol; logo, o sábado também, por definição bíblica, deveria iniciar nesse momento. Afinal, Deus ensinara de maneira inquestionável: “de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado” (Lv 23:32).
A despeito do estudo sobre o assunto na Bíblia, “Bates e alguns outros” ainda tentaram justificar a antiga abordagem por meio da aplicação “lógica” da razão humana, baseada em textos aleatórios tirados daqui e dali.
Tiago White não identificou quem eram os “outros” que se posicionaram contra a igreja na questão do horário de começar o sábado. No entanto, Uriah Smith nos conta quem foi pelo menos uma dessas pessoas: Ellen White.
A tensão em relação ao assunto, com dois dos três fundadores em desarmonia com a maioria, deve ter sido algo grave e evidente para todos.
Tiago relembrou posteriormente que, dois dias depois de Andrews apresentar seu estudo, eles “fizeram uma reunião especial de oração”, durante a qual “a Sra. White teve uma visão que incluiu a informação de que a hora do pôr do sol estava correta, de acordo com a pesquisa de Andrews. Isso resolveu a questão com o irmão Bates e com os outros. Desde então, a harmonia prevaleceu entre nós a esse respeito”.
Quer gostemos, quer não, às vezes podemos discordar de nossos irmãos. Mesmo assim, temos motivos para agradecer ao ver que Deus está disposto a guiar Seu povo rumo à unidade



Meditação Matinal  Ligado na Videira


George Knight – Para não Esquecer

 

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