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Jesus, o mestre por excelência

“E muito se maravilhavam da Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade” (Lc 4:32).


“Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida se tornara falsa e artificial. […] Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente.

“Como deixassem de admitir as coisas divinas, deixaram de tomar em consideração as humanas. Verdade, honra, integridade, confiança, compaixão, estavam abandonando a Terra. Ganância implacável e ambição absorvente davam origem a uma desconfiança universal. A ideia do dever, da obrigação da força para com a fraqueza, da dignidade e direitos humanos, era posta de lado como um sonho ou uma fábula. Pessoas do povo comum eram consideradas bestas de carga, ou instrumentos e degraus para que subissem os ambiciosos. Riqueza e poderio, comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos bens. Caracterizavam a época a degenerescência física, o torpor mental e a morte espiritual” (Educação, p. 74, 75).

Tendo em conta esse contexto, podemos entender melhor por que Jesus ensinou as coisas que ensinou.

A autoridade de Jesus


Como médico e erudito, Lucas estava familiarizado com o papel da autoridade. Conhecia a autoridade da filosofia na erudição e na cultura grega. Conhecia a autoridade da lei romana em assuntos civis e no funcionamento do governo. Como companheiro de viagem de Paulo, conhecia a autoridade eclesiástica que o apóstolo exercia sobre as igrejas que fundava. Assim, Lucas entendia que a autoridade está no âmago do cargo de uma pessoa, do papel de uma instituição, do funcionamento de um Estado e do relacionamento de um professor com seus alunos. Havendo tido contato com todos os tipos de autoridade em todos os níveis de poder, Lucas afirmou a seus leitores que havia algo incomparável com respeito a Jesus e Sua autoridade. Jesus nasceu no lar de um carpinteiro, viveu por 30 anos na pequena cidade galileia de Nazaré, não era conhecido por nada que fosse grandioso segundo os padrões mundanos, mas confrontava todos com Seu ensino e ministério: governantes romanos, eruditos judeus, rabis, pessoas comuns, poderes seculares e religiosos. Seus concidadãos “se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (Lc 4:22). Quando Ele trouxe esperança para uma viúva em Naim ao ressuscitar seu filho (Lc 7:11-17), a cidade toda ficou tremendo de medo e exclamou: “Deus visitou o Seu povo” (v. 16). A autoridade de Jesus sobre a vida e a morte eletrizaram não apenas Naim, mas “toda a Judeia e […] toda a circunvizinhança” (v. 16, 17).

1. Leia Lucas 8:22-25; 4:31-37; 5:24-26; 7:49; 12:8. O que esses textos revelam sobre o tipo de autoridade que Jesus exercia?
R.  Ele exercia autoridade sobre a natureza, autoridade para falar das coisas divinas, autoridade sobre os demônios, autoridade para perdoar pecados, autoridade sobre a doença e a morte, autoridade para confessar no Céu o nome daqueles que O aceitam.

Lucas tirou tempo para registrar, não apenas para seu amigo Teófilo, mas para as gerações por vir, que Jesus, por meio de Seu ministério, havia estabelecido a singularidade de Sua autoridade. Como Deus em carne, Ele de fato tinha autoridade como ninguém jamais possuiu.

Como podemos estar certos de que, quando dizemos: “Deus me orientou a fazer isso”, Ele realmente o fez?

O maior sermão de Cristo


O Sermão do Monte (Mt 5–7) é muitas vezes aclamado na literatura como “a essência do cristianismo”. Lucas apresenta trechos desse sermão em Lucas 6:20-49 e em outras passagens. Pelo fato de Lucas ter colocado o sermão imediatamente após a escolha “oficial” dos discípulos (Lc 6:13), alguns eruditos o chamam de o “desafio de ordenação para os Doze”.

Conforme apresentado em Lucas 6:20-49, o sermão começa com quatro bem-­aventuranças e quatro ais, e delineia outras características essenciais do comportamento cristão.

Estude as seções seguintes de Lucas 6:20-49 e pergunte a si mesmo quão de perto sua vida segue os princípios expressos ali.

1. A bem-aventurança cristã (Lc 6:20-22). Como a pobreza, a fome, o choro e o fato de ser odiado podem levar à bem-aventurança?

2. A razão do cristão para se regozijar em meio à rejeição (Lc 6:22, 23).

3. Ais contra os quais o cristão deve se guardar (Lc 6:24-26). Reveja cada um dos quatro ais. Por que o cristão deve se guardar contra eles?

4. O imperativo cristão (Lc 6:27-31). Nenhuma ordem de Jesus é mais debatida e considerada mais difícil de guardar do que a regra áurea do amor. A ética cristã é fundamentalmente positiva. Ela não consiste no que não fazer, mas no que fazer. Em vez de dizer: “Não odieis” vossos inimigos, ela recomenda: “Amai os vossos inimigos.” Em vez da lei da reciprocidade (“dente por dente”), a regra áurea exige a ética da bondade pura: dar a outra face. A partir da regra áurea, Mahatma Gandhi desenvolveu toda uma filosofia política de resistência ao mal com o bem, e acabou usando esse princípio a fim de obter para a Índia a independência do colonialismo britânico. Da mesma forma, Martin Luther King Jr. empregou a ética da regra áurea para quebrar o mal da segregação racial nos Estados Unidos. Onde o amor reina, a bem-aventurança é entronizada.

5. O comportamento cristão (Lc 6:37-42). Note a insistência de Cristo no perdão, na doação liberal, no viver exemplar e na tolerância.

6. Os frutos do cristão (Lc 6:43-45).

7. O construtor cristão (Lc 6:48, 49).

Uma nova família


Grandes mestres que viveram antes e depois de Jesus ensinaram a respeito da unidade e do amor, mas geralmente se referiam ao amor dentro dos parâmetros de um único grupo: uma família definida pela exclusividade de casta, cor, língua, tribo ou religião. Mas Jesus rompeu as barreiras que dividem os seres humanos e inaugurou uma nova família, que não fazia distinção entre as coisas comuns que dividem as pessoas. Sob a bandeira do amor ágape – o amor não baseado em merecimentos, não exclusivo, o amor universal e sacrifical – Cristo criou uma nova família. Essa família reflete o conceito original, universal e ideal exaltado na criação do Gênesis, a qual atesta que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus (Gn 1:26, 27) e, portanto, iguais perante Ele.

Leia Lucas 8:19-21. Sem minimizar de qualquer forma os laços e obrigações que unem pais e filhos, irmãos e irmãs dentro de uma família, Jesus olhou para além da carne e do sangue e colocou ambos no altar de Deus como membros de “toda a família nos Céus e na Terra” (Ef 3:15, ARC). A família do discipulado cristão não deve ser menos chegada e unida do que os laços que unem as pessoas que têm os mesmos pais. Para Jesus, o verdadeiro teste da “família” não são relacionamentos consanguíneos, mas fazer a vontade de Deus.

2. O que os textos seguintes ensinam sobre os muros que Cristo derrubou com respeito às distinções que, com tanta frequência, dividem os seres humanos?

Lucas 5:27-32

Lucas 7:1-10

Lucas 14:15-24

Lucas 17:11-19

R. Distinção entre pessoas “pecadoras” e pessoas supostamente “justas” aos olhos humanos; distinção entre pessoas que fazem parte de uma comunidade religiosa e as que não fazem parte; distinção entre pessoas de classe mais alta e de classe mais baixa; distinção entre nacionais e estrangeiros.

A missão e o ministério de Jesus, Seu coração perdoador e Sua graça abrangente incluíram todos os que quisessem aceitar Seu chamado. Seu amor eterno O colocou em contato com todo o espectro da sociedade.

A definição de amor: a parábola do bom samaritano – parte 1 


Dos quatro evangelhos, somente Lucas registra as parábolas do filho pródigo e do bom samaritano (Lc 10:25-37). A primeira ilustra a dimensão vertical do amor extraordinário do Pai para com os pecadores; a segunda mostra a dimensão horizontal – o amor que deve caracterizar a vida humana, recusando-se a reconhecer qualquer barreira entre os seres humanos e vivendo dentro da definição de “próximo” dada por Jesus: todos são filhos de Deus e merecem ser amados e tratados de maneira igual.

3. Leia Lucas 10:25-28 e reflita nas duas perguntas centrais que são feitas. De que forma cada pergunta está relacionada às principais preocupações da fé e da vida cristã?

R.  A primeira pergunta é a de alguém que quer saber como herdar a vida eterna; a segunda pergunta contém a resposta da primeira, e diz respeito a conhecer, não a letra da Palavra de Deus, mas sua essência, que é o amor – praticado na vida.

(1). “Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (v. 25).

O doutor da lei procurava um modo de herdar a vida eterna. Ser salvo do pecado e entrar no reino de Deus é a mais nobre aspiração que alguém pode ter, mas o doutor da lei, como muitos outros, havia crescido com a falsa noção de que a vida eterna é algo que alguém pode conquistar por meio de boas obras. Ele não tinha nenhum conhecimento de que “o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23).

(2). “Que está escrito na Lei? Como interpretas?” (v. 26).

Na época de Jesus era costume que os judeus importantes, como esse doutor da lei, usassem um filactério no pulso. Era uma bolsinha de couro em que estavam escritas algumas porções notáveis da Torah, inclusive aquela que iria servir de resposta para a pergunta de Jesus. Cristo conduziu o doutor ao que estava escrito em Deuteronômio (Dt 6:5) e em Levítico (Lv 19:18) – as próprias passagens que ele possivelmente estivesse carregando em seu filactério*. Ele tinha a resposta para a pergunta no pulso, mas não no coração. Jesus conduziu o doutor a uma grande verdade: a vida eterna não é questão de guardar regras, mas requer amor a Deus, de maneira absoluta e sem reservas, e, da mesma forma, amor à criação de Deus – para ser preciso, ao “próximo”. Contudo, por ignorância ou por arrogância, o doutor deu continuidade ao diálogo com outra pergunta: “Quem é o meu próximo?”

* Definição de filactério: “cada uma das duas caixinhas que contêm uma faixa de pergaminho com passagens bíblicas que os judeus trazem junto à testa e ao braço esquerdo, durante a oração matinal dos dias úteis, com o fito de lembrarem-se das palavras de Deus” (Dicionário Houaiss).

Que evidência exterior revela que você foi verdadeiramente salvo pela graça? Isto é, o que, em sua vida, mostra que você está justificado pela fé?

* (?)
* Faltando a parte 2.

Estudo adicional

“Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. O Senhor não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está ministrando constantemente em benefício de outros. ‘Faz que o Seu Sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos’ (Mt 5:45, ARC). Esse ideal de ministério Deus confiou a Seu Filho. A Jesus foi dado pôr-Se como cabeça da humanidade, para que, por Seu exemplo, pudesse ensinar o que significa servir. Toda a Sua vida esteve sob a lei do serviço. Serviu a todos, a todos ajudou. Assim viveu Ele a lei de Deus, e por Seu exemplo mostrou como podemos obedecer a essa lei” (O Desejado de Todas as Nações, p. 649).

“Isso não era uma cena imaginária, mas uma ocorrência verídica, que se sabia ser tal qual era apresentada. O sacerdote e o levita que tinham passado de largo, encontravam-se entre o grupo que escutava as palavras de Cristo” (Ibid., p. 499).

Perguntas para reflexão

1. Recapitule a importante pergunta feita no final do estudo de domingo. Quem já não ouviu pessoas dizerem que fizeram determinada coisa porque Deus lhes disse que fizessem aquilo? Quais são as maneiras pelas quais Deus fala conosco? Quais são os perigos envolvidos em invocarmos a autoridade de Deus para justificar nossos atos?

2. Recapitule os quatro “ais” de Lucas 6:24-26. Como devemos entender o que Jesus estava dizendo ali? Na verdade, Ele está nos advertindo a tomar cuidado com o que nesta vida?

3. Pense sobre toda a questão da autoridade. O que é autoridade? Quais são os diferentes tipos de autoridade? Que tipos de autoridade têm precedência sobre outros? Como devemos nos relacionar com os diferentes tipos de autoridade em nossa vida? O que acontece quando as autoridades a quem devemos obediência estão em conflito?

CPB

*Parte 2 - Comentário:
 A definição do amor: a parábola do bom samaritano – parte 2
Hoje JESUS explica o que é o verdadeiro amor. Em outras palavras, amar é estar disposto a perdoar, a fazer o bem, a ter bom relacionamento, não importa quem seja a outra pessoa. Foi esse amor que JESUS demonstrou na cruz. Era desse amor que satanás duvidava que fosse possível alguém dispor e demonstrar sempre. Amar amigos é fácil, até os ímpios fazem isso, mas amar inimigos, isso é ir mais adiante. Amar quem nos fez mal, quem nos odeia, quem nos quer assaltar, quem nos traiu, quem nos quer matar, quem já matou um íntimo nosso, etc., isso é realmente amor. Amar a todos, amar o próximo. Pois, quem é nosso próximo? Todo ser humano que exista.
A ilustração de JESUS foi esclarecedora. Os judeus entendiam e ensinavam que se devesse amar os próprios judeus, os gentios não, e muito menos os samaritanos, que eram considerados um povo inferior, ocupante das terras do Reino do Norte. Eles eram meio pagãos e meio adoradores do mesmo DEUS dos judeus. Haviam vindo do paganismo para ocupar o lugar dos israelitas que foram deportados. Por isso os judeus os odiavam. Em vez de os converter por completo, evitavam qualquer contato, e condenavam quem falasse com eles.
JESUS explicou que “um certo homem” foi assaltado, coisa bem comum naquela época, como hoje no Brasil, tiraram tudo dele, e o deixaram como morto, deitado à beira do caminho. Passaram por ele um sacerdote e um levita, mas nada fizeram. Depois passou um samaritano, justamente um homem que os judeus odiavam. Este compadeceu-se do coitado e o socorreu. Tomou todas as providências necessárias e que estavam ao seu alcance, chegando a leva-lo dali para uma hospedaria, e pagando pela sua estadia.
Ora, de quem menos se esperava, foi que veio o socorro. Então veio a pergunta de JESUS: quem foi o próximo daquele homem? Nem o sacerdote nem o levita, mas o samaritano, que resolveram chamar “bom”, porque os samaritanos eram considerados maus.
Quem deveria amar aquele homem desfalecido, que iria morrer ali se não fosse socorrido, nada vez. Aliás, duas pessoas da elite religiosa nada fizeram, foi um estrangeiro que fez algo, que amou e se compadeceu. Este é que aplicou a lei na prática, de amar as pessoas como a si mesmo.
Qual a aplicação mais profunda dessa parábola? Quem conseguiu praticar tal coisa foi JESUS. Nós somos como aquele homem assaltado, estamos a beira da morte. Nem mesmo merecemos algum socorro, pois somos pecadores. Mas JESUS veio em nosso socorro, morreu em nosso lugar, e providenciou um lugar para ficarmos, providenciou uma casa para cada um de nós (João 14:1 a 3). Ele perdoou a todos, pendurado ali na cruz, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Isso é fazer algo pelo próximo. Depois JESUS disse que devêssemos amar os outros assim como Ele nos amou (João 13:34).

Comentário: http://cristoembrevevira.com -

Professor Sikberto

 

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