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Lições Bíblicas: Jesus, o Espírito Santo e a oração

VERSO PARA MEMORIZAR:



“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” (Lc 11:9, 10, NVI).

  
Dos três evangelhos sinóticos, Lucas é o que fala com mais frequência sobre o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo. Enquanto Mateus se refere ao Espírito 12 vezes e Marcos, seis vezes, Lucas tem 17 referências a Ele no evangelho e 57 no livro de Atos. Desde a concepção de Jesus como ser humano (Lc 1:35) até as orientações que Ele deu para o estabelecimento de Sua missão global (Lc 24:44-49), Lucas via um elo operativo entre Jesus e o Espírito Santo. Esse elo é fundamental para a compreensão do ministério do Salvador. Semelhantemente, Lucas mostra a importância da oração na vida e na missão de Jesus. Sendo plenamente divino, igual ao Pai e ao Espírito, Jesus, em Sua humanidade, deixou-­nos um exemplo com respeito à oração.

Se Jesus via a necessidade de oração, quanto mais devemos nós precisar dela?

“Sem oração constante e diligente vigilância, estamos em perigo de nos tornar descuidosos e nos desviar do caminho verdadeiro. O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono da graça, para que não obtenhamos, pela súplica fervorosa e fé, graça e poder para resistir à tentação” (Caminho a Cristo, p. 95).

Promova em sua igreja a leitura do livro Viva com Esperança.

Planeje reuniões para leitura do livro em pequenos grupos.

Jesus e o Espírito Santo

Como um gentio converso e companheiro missionário do apóstolo Paulo, Lucas via a entrada de Cristo na História – de Sua encarnação à ascensão e à expansão da igreja – como uma divina maravilha efetuada e dirigida pelo Espírito Santo. Na vida de Jesus vemos toda a Divindade atuando em nossa redenção (Lc 3:21, 22); e, através de suas constantes referências ao Espírito Santo, Lucas enfatiza esse ponto.

1. O que os versos seguintes nos dizem sobre o papel do Espírito Santo na vinda de Cristo a este mundo em carne humana? Lc 1:35, 41; 2:25-32
 R. A concepção de Cristo ocorreu por meio do Espírito Santo, e Ele revelou às pessoas que Jesus era o Salvador prometido; isso pode ser visto no exemplo de Isabel e de Simeão.

A missão de Jesus começou com várias referências ao Espírito Santo. Segundo Lucas, João Batista predisse que, embora batizasse com água, Aquele que viria após ele batizaria com o Espírito (Lc 3:16). No batismo de Jesus, tanto o Pai quanto o Espírito Santo afirmaram a autenticidade de Sua missão redentora. Deus, o Pai, declarou, do alto, que Cristo é Seu Filho amado, enviado para redimir a humanidade, enquanto o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma de pomba (Lc 3:21, 22).

Daí em diante Jesus foi “cheio do Espírito Santo” (Lc 4:1), e estava pronto para enfrentar o inimigo no deserto, bem como para iniciar Seu ministério (Lc 4:14).

As palavras introdutórias de Seu sermão em Nazaré foram uma aplicação da profecia messiânica de Isaías a Si mesmo: “O Espírito do Senhor está sobre Mim” (v. 18). O Espírito foi Seu constante companheiro, Sua força sustentadora e Sua constante presença entre Seus seguidores depois que Ele já não mais estava pessoalmente entre eles (Jo 16:5-7). Não só isso, Jesus prometeu que Deus concederia o dom do Espírito a todos os que O solicitassem (Lc 11:13). O Espírito que sempre ligou Cristo a Seu Pai e à missão redentora é o mesmo que fortaleceria os discípulos em sua caminhada de fé. Daí a importância crucial do Espírito na vida cristã: em realidade, a blasfêmia contra o Espírito Santo é o mais grave de todos os pecados (Lc 12:10).

De que maneiras práticas e concretas podemos estar abertos à direção do Espírito Santo? Isto é, como podemos ter cuidado para que nossas escolhas não nos endureçam, de alguma forma, para Sua voz?


A vida de oração de Jesus

Entre as muitas vezes que Jesus orou, algumas estão registradas apenas em Lucas. Note os seguintes incidentes que mostram Jesus em oração durante momentos importantes de Sua vida.

1. Jesus orou em Seu batismo (Lc 3:21). “Nova e importante fase se abria diante dEle. Entrava então, em mais amplo círculo, no conflito de Sua vida” (O Desejado de Todas as Nações, p. 111). Ele não ousou começar sem oração aquele estágio mais amplo de Seu ministério público, que acabaria levando-­­O à cruz do Calvário.

2. Jesus orou antes de escolher Seus 12 discípulos (Lc 6:12, 13). Nenhum líder escolhe seus seguidores ao acaso. Mas Jesus não estava apenas escolhendo seguidores; estava escolhendo aqueles que entenderiam Sua pessoa e Sua missão e se identificariam completamente com elas. “Seu encargo era o mais importante a que já haviam sido chamados seres humanos, sendo-lhe superior apenas o do próprio Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 291).

3. Jesus orou por Seus discípulos (Lc 9:18). O discipulado exige dedicação absoluta a Jesus e compreensão de Sua identidade. A fim de que os Doze pudessem saber quem Ele era, Jesus esteve “orando à parte” e, depois disso, os desafiou com a pergunta crucial: “Mas vós, […] quem dizeis que Eu sou?” (Lc 9:20).

4. Jesus orou antes de Sua transfiguração (Lc 9:28-36), e obteve para Si o segundo endosso do Céu de ser o “Filho amado” de Deus. As provações até então, e as que viriam, não podiam mudar a íntima afinidade que existia entre o Pai e o Filho. A oração também resultou no fato de os discípulos se tornarem “testemunhas oculares da Sua majestade” (2Pe 1:16).

5. Jesus orou no Getsêmani (Lc 22:39-46). Essa talvez seja a oração mais importante da história da salvação. Aqui temos o Salvador ligando o Céu e a Terra. Ao fazê-lo, Ele estabeleceu três princípios fundamentais: a primazia da vontade e do propósito de Deus; o compromisso de Se submeter a essa primazia, mesmo com o risco de sangue e morte; e a força para vencer todas as tentações ao longo da senda do cumprimento do propósito de Deus.

6. Jesus orou, entregando Sua vida nas mãos de Deus (Lc 23:46). Em Suas palavras finais na cruz: “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito!” Jesus nos mostra o propósito supremo da oração. No nascimento ou na morte, diante de inimigos ou de amigos, enquanto estamos dormindo ou acordados, a oração deve nos manter em permanente união com Deus.

O que esses exemplos dizem a você sobre sua própria vida de oração?
 

A oração modelo – parte 1

2. Leia Lucas 11:1-4. De que modo esses versículos nos ajudam a entender como a oração funciona?
 R. A oração consiste em nos achegarmos a Deus como nosso Pai, crendo que Ele nos ama e que podemos pedir-Lhe o que necessitamos, tanto no âmbito físico como no espiritual.

“Pai” é a maneira favorita de Cristo descrever Deus, e está registrada pelo menos 170 vezes nos quatro evangelhos. Ao nos dirigirmos a Deus como nosso Pai, reconhecemos que Ele é uma Pessoa, capaz do mais íntimo relacionamento com os seres humanos. Deus é tão pessoal, real, amoroso e solícito como um pai humano. Mas Ele é o Pai do Céu. Ele é diferente de nosso pai terreno, pois é onipotente, onisciente, onipresente e perfeitamente santo.

A frase “Pai nosso, que estás no Céu” (Lc 11:2, ACF) nos lembra para sempre que Deus é santo e pessoal, e que o cristianismo não é nem uma simples ideia filosófica, nem uma noção panteísta de que Deus é tudo.

“Santificado seja o Teu nome” (Lc 11:2). Aqui temos outro lembrete da santidade de Deus. Aqueles que afirmam seguir o Senhor precisam santificar Seu nome em palavras e atos. Afirmar segui-Lo e, ao mesmo tempo, pecar contra Ele, é profanar Seu nome. As palavras de Jesus em Mateus 7:21-23 podem nos ajudar a compreender melhor o que significa santificar o nome de Deus.

“Venha o Teu reino” (Lc 11:2). Os evangelhos se referem ao reino de Deus mais de 100 vezes: quase 40 em Lucas, quase 50 em Mateus, 16 em Marcos e 3 em João. Foi esse reino que Jesus veio revelar e estabelecer, tanto na realidade presente do reino da graça quanto na promessa futura do reino da glória. Sem a entrada no primeiro reino não haveria a entrada no segundo, e o desejo do Salvador é que Seus discípulos experimentem o primeiro na expectativa do segundo.

“Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu” (Lc 11:2, ACF). A vontade de Deus é reconhecida e obedecida no Céu. Jesus toma esse fato e o converte numa esperança de que isso ocorra na Terra, também. A expressão “na Terra” não dá uma ideia de generalidade, mas de particularidade. Que a vontade de Deus seja feita na Terra, mas que isso comece conosco, com cada um de nós pessoalmente.

Você conhece o Senhor, ou simplesmente conhece coisas sobre Ele? De que forma sua vida de oração pode fazer com que você se aproxime mais dEle?
 

A oração modelo – parte 2

“Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano” (Lc 11:3, ACF). A petição começa com a palavra “dá”. Quer a palavra venha dos lábios de um milionário ou de um órfão sempre necessitado, a oração é imediatamente uma expressão de dependência e um reconhecimento de confiança. Todos nós somos dependentes de Deus, e a súplica imperativa “Dá” nos força a reconhecer que Deus é a fonte de todos os dons. Ele é o Criador. NEle vivemos, e nos movemos, e existimos. “Foi Ele que nos fez, e não nós a nós mesmos” (Sl 100:3, ACF).

3. Deus é o Pai que nos dá tudo o que precisamos. À luz dessa promessa, que grande segurança podemos encontrar em Lucas 11:9-13?
 R. Podemos encontrar segurança no fato de que Deus nos ama como um pai ama o filho. Se nós, que somos maus, atendemos aos pedidos de nossos filhos, quanto mais nos atenderá Deus, que é bom e perfeito?

“Perdoa-nos os nossos pecados” (Lc 11:4). O perdão se encontra no âmago do evangelho. Sem o perdão de Deus, não temos salvação: “E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões […] vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos” (Cl 2:13). Aqueles que experimentaram o perdão de Deus precisam se aproximar daqueles que talvez os tenham ofendido e abraçá-­los. A oração para que Deus nos perdoe como “nós perdoamos” (Lc 11:4) não significa que o perdão de Deus dependa de perdoarmos os outros; ao contrário, nossa condição de pessoas perdoadas exige que, como discípulos, vivamos sempre dentro do crescente círculo da graça, recebendo a benevolência de Deus por um lado e também estendendo Seu amor e perdão a outros que talvez nos tenham ofendido.

“Não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal” (Lc 11:4, ARC). Dois fatos são dignos de nota. Primeiro: a tentação não é pecado. A palavra grega para “tentação” é peirasmos. Os substantivos gregos que terminam em asmos normalmente descrevem um processo, não um produto. As Escrituras não olham para a tentação como um produto terminado; ela é um método, um processo usado para alcançar determinado produto. Embora a tentação não seja pecado, ceder a ela o é. Segundo: Deus não é o autor da tentação (Tg 1:13). Deus pode permitir que venham tentações, mas Ele nunca tenta no sentido de seduzir alguém a pecar. A oração, portanto, é um reconhecimento de que Deus é a fonte de suprema força para se resistir ao maligno.

Recapitule Lucas 11:1-4. Pense sobre todas as questões que a passagem envolve. De que maneiras sua experiência em cada uma dessas questões pode ser enriquecida e aprofundada por meio da oração?

Mais lições sobre a oração

Imediatamente depois de dar a Seus discípulos uma oração modelo, Jesus, por meio da parábola do amigo inconveniente (Lc 11:5-13), lhes ensinou a necessidade da oração persistente. Depois, quando Ele Se aproximava do final de Seu ministério, lembrou a Seus seguidores a necessidade da penitência e da humildade na oração (Lc 18:9-14). Ambas as parábolas mostram que a oração não é simplesmente uma rotina religiosa, mas um persistente andar, falar e viver com o Pai.

Leia Lucas 11:5-8. Jesus contou essa parábola para encorajar a perseverança na oração. A oração não deve se tornar uma rotina; deve ser o alicerce de um relacionamento – de absoluta, persistente e contínua confiança em Deus. A oração é a respiração da alma: sem ela, estamos espiritualmente mortos. Jesus conta a parábola de um vizinho que se recusa a agir segundo a política da boa vizinhança. A insistência do amigo em pedir um pão para que pudesse atender a uma emergência à meia-noite é inútil. Mas, finalmente, mesmo um vizinho assim desiste e cede ante a persistência de contínuas batidas à sua porta à meia-noite. Quanto mais atenderia Deus a alguém persistente na oração? Tal persistência não é para fazer Deus mudar de opinião, mas para fortalecer nossa confiança.

4. Leia Lucas 18:9-14. No texto, qual é a lição crucial sobre a oração?
R. Que a oração deve ser acompanhada de arrependimento e do reconhecimento de que precisamos da misericórdia de Deus, pois somos aceitos somente por Sua graça.

O fariseu esperava que Deus o aprovasse com base no que ele fez, em suas obras de justiça. O publicano se lançou sobre a misericórdia divina e suplicou para ser aceito com base na graça de Deus. A aceitação de Deus nos é concedida, não com base em quem ou no que somos, mas somente por meio de Sua graça. Somente aqueles que são penitentes, humildes e contritos de espírito podem receber essa graça. “Mansidão e humildade são condições de sucesso e vitória. Uma coroa de glória espera os que se prostram ao pé da cruz” (Profetas e Reis, p. 590).

Pessoas que não conheceram o Senhor tendem a se comparar com aquelas que supostamente são piores que elas, para se convencerem de que não são tão más assim. Por que isso é um engano espiritual?
 

Estudo adicional

“A pessoa que se volta para Deus em busca de auxílio, apoio e poder, mediante diária e fervorosa oração, terá aspirações nobres, percepção clara da verdade e do dever, altos propósitos de ação e uma contínua fome e sede de justiça. Mantendo comunhão com Deus, seremos habilitados a difundir para outros, pelo nosso convívio com eles, a luz, a paz e a serenidade que reinam em nosso coração. A força obtida na oração a Deus, unida ao perseverante esforço em exercitar a mente na reflexão e no cuidado, prepara a pessoa para os deveres diários e mantém o espírito em paz em todas as circunstâncias” (O Maior Discurso de Cristo, p. 85).

“Ao chamarmos Deus nosso Pai, reconhecemos todos os Seus filhos como irmãos. Somos todos parte da grande teia da humanidade, todos membros de uma só família. Em nossas petições, devemos incluir nossos semelhantes bem como a nós mesmos. Pessoa alguma ora de maneira correta, se busca bênção unicamente para si” (p. 105).

Perguntas para reflexão

1. A ligação que Lucas apresenta entre Jesus e o Espírito Santo não termina com seu evangelho. Ninguém pode ler o livro de Atos, o segundo volume escrito por Lucas sobre a história da igreja cristã, sem notar a fascinante dinâmica do Espírito Santo na vida da comunidade cristã, em suas missões e em seus ministros. De fato, apenas Lucas registra a instrução de Jesus após a ressurreição para que os discípulos ficassem em Jerusalém até que “do alto [fossem] revestidos de poder” (Lc 24:49), antes que pudessem ir aos confins da Terra com a mensagem do Salvador crucificado e ressurreto. Lucas então iniciou o livro de Atos com a repetição feita por Jesus da promessa do Espírito Santo (At 1:7, 8) e com o cumprimento dessa promessa no Pentecostes (At 2). O que tudo isso nos diz sobre o papel central do Espírito Santo na vida da igreja?

2. De que maneiras o próprio ato da oração em si é um reconhecimento de nossa dependência de Deus e de nossa necessidade dEle? Leia Lucas 18:9. Que profundo problema espiritual Jesus estava abordando com a parábola que veio a seguir?




CPB

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