21 de maio de 2015

O Pior Inimigo: A Morte

Quando a morte bate à nossa porta

Hoje está sendo um dia triste para mim. Se você já perdeu algum ente querido, com certeza sabe do que eu estou falando. Quando vivemos a experiência da morte bem de perto aprendemos algumas coisas que, em outras situações, temos dificuldade de entender.
Vou pontuar aqui pelo menos sete desses aprendizados:

  • Quando a morte bate à nossa porta, aprendemos que não temos mesmo nenhum controle sobre a duração da nossa vida. Nenhum! Entendemos que somos mesmo pó e para o pó voltaremos sem uma hora ou dia marcados.
  • Quando a morte bate à nossa porta aprendemos que não temos força para lutar contra ela. Nessa hora não temos forças para reagir. Dependemos unicamente das forças que Deus nos dá para suportar esse momento. E por que é assim? Porque fomos feitos para a vida e não para a morte. Fomos originalmente feitos para a eternidade e não para uns poucos anos de existência.
  • Quando a morte bate à nossa porta sentimos muito claramente os sentimentos que nos unem às pessoas que nos cercam. Você percebe que amava muito mais do que imaginava.
  • Quando a morte bate à nossa porta pensamos intensamente no que deveríamos ter feito e falado e não fizemos nem falamos.
  • Quando a morte bate à nossa porta as coisas materiais perdem completamente o seu valor. Completamente.
  • Quando a morte bate à nossa porta normalmente não sabemos o que fazer com as crianças, como falar, o que fazer com elas nessa hora de dor e separação. Na verdade, perdemos boas oportunidades de conversar com elas sobre o fato mais certo da vida: a morte. Psicólogos afirmam que se não damos à criança a chance de falar, expressar sua curiosidade, estamos deixando-a só com seus receios e fantasias. Querer poupar as crianças desse momento não é o ideal.
  • Quando a morte bate à nossa porta temos que abraçar e verdadeiramente viver a nossa fé: A certeza de que a morte é um sono e de que o(a) nosso(a) querido(a) irá ressuscitar por ocasião da volta de Jesus (Daniel 12:2 e 13; Mateus 9:24; I Coríntios 15:6; Efésios 5:14; I Tessalonicenses 4:13-15; entre outros).
Não é fácil seguir adiante depois da morte de um ente querido. A dor diminui com o tempo e isso terá que ser aceito como um processo natural. É importante não esconder as emoções e não negar a realidade. Enfim, o certo é que refletir sobre a morte tem o seu lado positivo, e devemos fazer isto antes que ela aconteça.
Li essa frase em algum lugar e quero encerrar esse artigo com ela: “Pensar na morte faz bem para a vida”


Autora: Márcia Ebinger


A vida e a morte por um fio      

Respostas para o crescente fenômeno da experiência quase-morte

Ver a cara da morte já não é mais sinônimo de passar para o lado de lá. Com o avanço da Medicina, muitas pessoas dadas como mortas conseguem voltar à vida nas UTIs. Trazem consigo relatos impressionantes, tais como flash-backs, a sensação de sair do corpo e flutuar sobre ele, a passagem por um túnel iluminado e o encontro com familiares mortos e seres espirituais. A experiência é mais frequente do que parece. Uma pesquisa do periódico britânico The Lancet, realizada na Holanda, revelou que 18% de 344 pacientes entrevistados já haviam passado por eventos semelhantes.

Delírio ou realidade? 
As respostas do fenômeno, batizado de experiência quase-morte (EQM) – tradução para near-death experience – se enfileiram em campos opostos. De um lado, a perspectiva espiritualista tende a interpretar os relatos como evidências da vida após a morte. Filmes, romances, novelas e programas de TV também seguem essa tendência. Vide o recente exemplo da novela global Amor, Eterno Amor, em que o personagem Fernando (Carmo Dalla Vecchia) abandona o próprio corpo na mesa de cirurgia.

Em contraste, a comunidade científica nega que essas experiências sejam sobrenaturais. Desde os anos 2000, diversas equipes neurológicas em todo o mundo se debruçaram sobre a questão e já oferecem respostas bastante contundentes. “Até hoje a ciência não foi capaz de reproduzir em sua totalidade as sensações de uma real EQM. No entanto, estudos que estimularam determinadas áreas cerebrais conseguiram mimetizar algumas sensações da experiência, como a luz clara e a sensação de túnel, por exemplo”, afirma o cirurgião cardiovascular Leonardo Miana, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

Cinco hospitais da cidade mineira integram a equipe de pesquisas internacional Aware Study, coordenada pelo médico britânico Sam Parnia, da Universidade Cornell, em Nova York, um dos maiores especialistas em EQM no mundo. O estudo ocorre hoje simultaneamente em vários países, com o intuito de descobrir o que acontece com a consciência de 1.500 sobreviventes de parada cardíaca intra-hospitalar – cem deles são brasileiros. 

Testando o sobrenatural
“Colocamos prateleiras voltadas para o teto com figuras aleatórias que, supostamente, só podem ser vistas por alguém olhando do teto para o leito, ou seja, alguém que estivesse realmente tendo uma experiência extracorporal”, descreve Miana. Se o paciente recuperado conseguir relatar algumas das figuras, isso significa que o cérebro, embora inativo, conseguiu de alguma forma ter percepções. “Também são avaliados diversos testes psicológicos e neurológicos nas pessoas que referem EQM e nas que não referem”, completa o médico.

Além da veracidade das lembranças, a luz no fim do túnel, relatada pela maioria das pessoas, também já tem uma hipótese bastante convincente: a queda brusca de oxigenação no cérebro, que provocaria a ativação das células da visão e a explosão de impulsos elétricos. A tese foi apontada em 2009 pelo anestesiologista Lakhmir Chawla, da Universidade George Washington (EUA). 

Ele e sua equipe estudaram a atividade cerebral de sete pacientes, cerca de trinta segundos a três minutos antes de virem a falecer, e publicaram um artigo no respeitável periódico Journal of Palliative Medicine. “Acreditamos que os pacientes que sofrem paradas cardíacas, mas são reanimados com sucesso, podem se lembrar das imagens e memórias desencadeadas por esta cascata. Oferecemos isso como uma potencial explicação para a clareza na qual muitos pacientes têm ‘experiências fora-do-corpo’ a partir de um evento próximo da morte”, pontua o texto.

Fora de si
Já a sensação de deslocamento do corpo físico, chamada de experiência extracorporal, foi relacionada ao estímulo do giro angular, lobo localizado no setor cerebral responsável pela percepção espacial. Em 2002, ao examinar uma paciente com epilepsia, o neurologista suíço Olaf Blanke descobriu que pequenas descargas elétricas na região afetam a orientação de espaço, podendo quebrar a unidade entre a mente e o corpo e criar a sensação de flutuação. “A estimulação também provocou transformações ilusórias nos braços e nas pernas e deslocamentos em todo o corpo, indicando que as experiências fora do corpo podem refletir uma falha do cérebro”, resume o artigo, publicado na revista científica Nature.

Cérebro condicionado
Há ainda outros indícios. Pesquisadores da Universidade de Kentucky, em Lexington (EUA), observaram que as situações de proximidade com a morte, durante um sono induzido por anestesia, ativam os mesmos mecanismos neurológicos que entram em ação quando uma pessoa tem o conhecido “sonho lúcido” (a sensação de plena consciência do sonho e o “poder” de interferir na história). 

A tese vem de um estudo do Centro de Pesquisas de Experiências Fora do Corpo (OOBE Research Center, em inglês), na Califórnia (EUA). Quatro grupos de 10 a 20 pessoas foram observados durante o sono, com a orientação de imaginarem ao máximo a ideia de estarem entrando por um túnel com fim luminoso. Dezoito dos voluntários afirmaram terem sido capazes de sonhar com isso. Conclusão: as EQM podem ser um reflexo condicionado do cérebro, isto é, um sonho realista.

Tendo em vista que esse campo de estudo é recente, ainda há muito para se descobrir. Mas há outro fato intrigante em comum nos depoimentos: ao voltar das EQMs, a maioria dos pacientes tende a se transformar. “Essas pessoas tendem a evoluir posteriormente com uma melhor interação com o meio ambiente, melhor aceitação dos problemas e um menor medo da morte, comparados aos sobreviventes que não apresentaram EQM”, avalia o médico Leonardo Miana. Em outras palavras, é como se a pessoa interpretasse a experiência como uma segunda chance de viver e fazer tudo diferente. 

Nova vida
“A experiência quase-morte dividiu a minha existência em duas partes, interrompeu um caminho conturbado de caos e ódio”, conta o advogado Solon Michalski, de Petrópolis, RJ. Ele passou por uma EQM aos 22 anos, quando sofreu um acidente de automóvel, envolvendo um caminhão, em Santa Catarina. 

Com fraturas expostas, Solon ficou em coma por dez dias, até que, em estado letárgico, começou a ter a sensação de que estava se deslocando do corpo. “Entrei em um túnel ascendente e, à medida que avançava, senti alívio e bem-estar crescentes. Um ser iluminado surgiu diante de mim, porém, ao mesmo tempo, comecei a relembrar acontecimentos marcantes de minha vida, que me envergonharam”, relata. 

Solon também viu um jardim, teve a intenção de entrar nele, mas foi impedido pelo “ser de luz”. Subitamente, a experiência acabou e ele se viu novamente na mesa do hospital, onde os médicos tentavam reanimá-lo. Depois disso, Solon se voltou para uma vida menos apegada ao material e entendeu a experiência como um evento de extremo significado, uma “diplomação para a vida”. Vale lembrar que não é preciso ficar cara a cara com a morte para valorizar o sentido da vida. A oportunidade de viver com propósitos é dada a todos, a cada dia. 

Referências
“Surges of Electroencephalogram Activity at the Time of Death: A Case Series”, de Lakhmir S. Chawla, Seth Akst, Christopher Junker, Barbara Jacobs, and Michael G. Seneff. Journal of Palliative Medicine, nov 2012.
“Neuropsychology: Stimulating illusory own-body perceptions”, de Olaf Blanke, Stphanie Ortigue, Theodor Landis e Margitta Seeck. Nature, nov 2012. 


Além da morte  


Somos tão permanentes quanto nosso último suspiro
Comecei a semana com a triste surpresa da morte do ator Robin Williams, o eterno Patch Adams que tanto me fez pensar como as pessoas são mais importantes que coisas e circunstâncias. Não sou muito de filme, mas este eu vi. Vi e gostei. Vi e me emocionei. Ri também. O suicídio aos 63 anos foi depois de uma longa batalha perdida contra o vício em drogas que culminou em mais dor ainda, para os que o cercavam. Lembrei de quanto ele nos alegrou e emocionou em filmes premiados, em arte e carisma e fiquei pensando na família para quem ele era muito mais que um ator.
Daí dois dias depois o Brasil se abala com a morte do candidato à presidência, Eduardo Campos. A confusão inicial das notícias se estaria ou não com a esposa e o filho bebê, se era assassinado, as teorias da conspiração, as piadas inoportunas. Comoção nacional, pelo que seria o terceiro na corrida eleitoral. E novamente, mais que um herdeiro dos Arraes nordestinos da política, um pai de família que deixou cinco filhos e uma esposa inconsoláveis.
O que tem tudo isto em comum? Tudo! Milhares morrem todos os dias no mundo inteiro, justa ou injustamente, no susto ou de aviso marcado pela doença e não importa o legado que deixa, o poder que têm, o amor que os cerca. Vai embora assim, como a brisa suave de uma manhã de primavera e nos alerta: somos tão permanentes quanto nosso último suspiro. Somos tão eternos quanto uma vela a queimar e ainda assim ousamos desperdiçar nossa vida em vãs frivolidades, odiando, invejando, vegetando.
Puxa e este artigo vai se assim, tão seco, sem nenhum azeite para descer melhor? Bom, tem, a doce e perene esperança. É nela que se apoia na dor, no desespero, na crise. Foi ela que se perdeu enquanto Williams só enxergava o túnel escuro, era nela que se agarrava Campos para rodar o País fazendo campanha e pedindo votos de confiança. Ambos deixaram legados e você, tá deixando o que? Se a morte bater na sua porta daqui pouco, o que terá sobrado de você?
Pensa só por um instante nisto e aproveite o tempo e a lucidez para perdoar alguém, ligar para àquela pessoa importante, dizer um “eu te amo” que seja lembrado depois que você for, uma palavra de apoio e esperança para quem está sem luz à vista. Aproveite a vida com algo mais que internet, compras, ganância e ódio, aproveite a vida para o que fica além dela: boas lembranças que consolam o coração dolorido de saudade

Fabiana Bertotti

 



O que vem, após a morte?
Todos os anos, milhões de pessoas nesta época, vão aos cemitérios de todo Brasil, afim de prestarem homenagens póstumas aos seus entes queridos que partiram desta vida. O dia 02 de Novembro ficou conhecido como o dia de Finados, e é também um dia de tristeza, dor, melancolia e saudades. Queremos aproveitar esta oportunidade para fazer uma reflexão e esclarecer algo sobre: “O que vem, após a morte?” Uma vez que, muitos conceitos errados tem se divulgado, sobre este assunto. O Apóstolo São Paulo em I Tess. 4: 13 diz.”Não queremos porém irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem” (Estão mortos). Há pessoas que acreditam que os que morrem podem enxergá-los e se comunicar com eles, outros acham que podem pedir ajuda aos que partiram, outros ainda defendem a teoria de reencarnação, estes conceitos estão biblicamente incorretos. Em Eclesiastes 9: 5, está escrito que “Os mortos não sabem coisa alguma” em Levítico 19: 31, Deus diz: “Não procurem ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos…” Em Hebreus 9: 27 está escrito: “E como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo”. Sendo assim concluímos que não existem várias mortes e reencarnações , e que quem está morto não pode ajudar que está vivo. Perguntamos então: O leitor está preparado para o juízo de Deus? Jesus disse em Lucas 21: 8, “Vede que não vos enganem…” Em Eclesiastes 12: 1, “Lembre-se do teu Criador nos dias da tua mocidade…” Se queremos desfrutar uma eternidade com Deus, temos que nos render a Ele, e Jesus nos ensina como. Em João 14: 6 diz: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim” O Apóstolo São Pedro diz em Atos 4: 12, “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do Céu nenhum outro nome há dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. Portanto pelos que já morreram nada mais podemos fazer, a não ser honrar-lhes a memória, por nós e pelos que estão vivos, devemos orar e nos entregar aquele que por todos nós morreu e ressuscitou. Abra seu coração, entregue a sua vida ao Senhor Jesus, ande com Ele todos os dias e quando a morte chegar você viverá eternamente com Ele. A Bíblia confirma esta promessa em Atos 17: 30 e 31, “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia, agora a todos os homens, e em todo lugar, que se arrependam, porquanto tem determinado umdia em que com justiça, há de julgar o mundo, por meio do varão (Cristo) que destinou, e disso deu certeza a todos ressuscitando-os dos mortos.
MundoGospel
mundogospel.wordpress.com
A MORTE VAI MORRER

Hoje é dia de finados. Não é um dia “legal”. Aliás, quando menino, morei em frente a um cemitério. Tinha pesadelos à noite depois dos sepultamentos. Aquelas velas acesas, que tremulavam até altas horas da noite, eram assustadoras para mim.
A Bíblia, porém, garante a morte da morte. E isso é maravilhoso. Tudo não acaba na sepultura, onde estão hoje dormindo todos os mortos – bons e maus. Deus promete a ressurreição de todos eles. Para os justos, quando Ele voltar segunda vez. A chamada primeira ressurreição. Para os maus, injustos ou ímpios, só mil anos depois, na “segunda ressurreição”, conforme conta o Apocalipse, capítulo 20.
Veja só que texto pleno de conforto para você que chora a saudade de um querido: “Porque o mesmo Senhor descerá dos céus com alarido e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Tessalonicenses 4:16). Veja mais: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a ultima trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Coríntios 15:52). “E deu o mar os mortos que nele havia, e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia…” (Apocalipse 20:13).
Que coisa impressionante! No dia da volta de Cristo, todos os mortos justos de todos os tempos, serão chamados por um poder muito maior que a própria morte, e sairão do mar e da terra, para fazer parte da grande família Deus.
Hoje choramos e lamentamos quando perdemos alguém que amamos, mas a morte não é o fim para um cristão. Um dia ela terá fim. O que já venceu a morte virá para resgatar dela todos os que são seus e libertá-los para sempre.
O que é preciso fazer? A resposta está novamente na Palavra de Deus: “Quem tem o filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida” (I João 5:12).
Jesus é a garantia da ressurreição. Se Ele não tivesse ressuscitado, seria vã a nossa fé. O cristianismo seria uma enganação.É preciso, porém, como diz o texto acima, ter o Filho de Deus em nossa vida. Você já O aceitou como Salvador pessoal? Se ainda não, faça-o agora. Confesse os pecados e comece nova vida com Ele.
Esse é o caminho para o novo tempo quando Ele “enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4).
Eu creio. Do fundo do meu coração. E você?


(http://novotempo.com/amiltonmenezes)
 



 

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