Diante do desafio do pós-modernismo

  • Humberto M. Rasi*
Imagine que a professora Susan Jones adormecesse na década de 1950 e miraculosamente despertasse 50 anos mais tarde, no início do século XXI. Que mudanças observaria ao reingressar no cenário educacional?
As mudanças mais óbvias seriam os avanços tecnológicos: computadores portáteis, Internet, telefone sem fio, centenas de canais de televisão, mídia digital, exploração do cosmo.
Entretanto, é bem possível que a professora se sentiria desorientada ao ver como os jovens pensam, se comunicam, ocupam seu tempo e como entendem o mundo e a vida. Além disso, ficaria preocupada com o baixo nível da cultura ao verificar a superficialidade do conhecimento de muitos alunos em matérias como arte, geografia, história e ciências.
Desde a década de 1980, a cultura ocidental tem experimentado notável mudança na área de ciências sociais, educação, ciências humanas e religião. Essa evolução cultural também representa uma ameaça ao prestígio e hegemonia das ciências.
Vinte anos atrás, o filósofo e catedrático, Allan Bloom, examinou de maneira crítica os efeitos dessa mudança cultural em seu livro intitulado The closing of the american mind [A Cultura Inculta (Portugal)].
Ele afirmou: “O professor pode estar seguro de uma coisa: quase todo aluno que ingressa na universidade acredita, ou diz acreditar, que a verdade é relativa... O relativismo é considerado necessário para manter a mente aberta; e esta é a única virtude.”
Neste artigo nos propomos a situar o pós-modernismo no contexto dos principais períodos da cultura ocidental, resumir seus conceitos mais importantes, examinar sua influência sobre alguns aspectos da cultura contemporânea e avaliar os desafios que representa à educação adventista.

PERÍODOS CULTURAIS DO MUNDO OCIDENTAL
É necessário admitir, desde o começo, que é difícil traçar um perfil inteligível do pós-modernismo. Em primeiro lugar, porque a transição cultural do modernismo para o pós-modernismo ainda está em andamento. Em segundo lugar, porque os proponentes deste movimento não ofereceram uma definição clara.
Além disso, existem variedades no pós-modernismo, desde uma postura racional até uma ininteligível, e muitos de seus proponentes recusam identificar-se com esse movimento cultural.
Será útil, no entanto, descrever o pós-modernismo no contexto da história sóciocultural do Ocidente.
O período pré-moderno (séculos V a XV)
Caracterizou-se por uma sociedade e uma cultura teocêntrica. Entendia-se que os seres humanos haviam sido criados por Deus e que viviam sujeitos à Sua soberania. Era Deus quem revelava a verdade através da Igreja Cristã, que oferecia uma cosmovisão universal. A autoridade era exercida em linha vertical em todas as dimensões de vida. O feudalismo, com suas marcantes diferenças sociais, tinha sua contrapartida na rígida hierarquia da estrutura eclesiástica. Apenas uma minoria tinha acesso à educação e a maioria da população era analfabeta. No pensamento teológico e filosófico, predominava o escolasticismo. A ciência estava ainda em sua infância e Aristóteles continuava oferecendo seu modelo conceitual. A tradição regia os costumes e a conduta. Cada indivíduo ocupava um lugar pré-designado na sociedade. Guerras, fomes e doenças epidêmicas dizimavam a população. A ética se baseava em uma mistura de normas de origem divina e convenções sociais. A teologia reinava no mundo das ideias.
O período moderno (séculos XVI a XX)
Refletiu uma transição do teocentrismo ao antropocentrismo. Na política, muitas sociedades evoluíram do feudalismo e monarquia ao nacionalismo e democracia representativa. O humanismo e a Reforma Protestante inauguraram uma nova era cultural na Europa Ocidental, que logo se estendeu a outras partes do mundo. A verdade já não era entendida como revelação de Deus, mas como descoberta humana. O cristianismo foi perdendo sua posição privilegiada, sendo substituído pelo deísmo e em seguida pelo agnosticismo. Deus e a revelação sobrenatural ficaram marginalizados na vida pública. As convicções religiosas foram relegadas ao subjetivo, e a razão humana autônoma chegou a ocupar posição dominante na cultura. A educação formal ficou ao alcance de setores cada vez mais amplos da população mundial. A expansão do conhecimento e os avanços tecnológicos conferiram à humanidade poder para explorar os recursos naturais e fazer com que a vida se tornasse mais cômoda e saudável. A ciência moderna foi abandonando suas raízes cristãs e se tornou mais experimental, ambiciosa e bem-sucedida em suas realizações. O darwinismo passou a ser o fundamento filosófico preferido da atividade científica, sugerindo a origem espontânea da vida e uma prolongada evolução orgânica guiada pelo acaso e seleção natural que culminou com a aparição do ser humano. Revoluções sangrentas e guerras devastadoras causaram impacto na vida de milhões. A ética se baseava na razão humana e no consenso social. Primeiramente a filosofia e logo depois a ciência se tornaram as disciplinas dominantes.
O período pós-moderno (fim do século XIX e início do século XXI)
Durante os últimos 30 anos, a cultura ocidental vem experimentando uma transição rumo ao pós-modernismo, que constitui tanto uma reação contra certos aspectos do modernismo, como uma radicalização de outros. Este novo modo de pensar reflete a busca pela autonomia humana absoluta e a liberdade individual ilimitada. Embora a transição rumo ao pensamento pós-moderno ainda não tenha se completado, é possível discernir algumas de suas principais ideias:
• Os seres humanos são incapazes de conhecer a verdade.
• O conhecimento é construído, não descoberto.
• Os seres humanos são prisioneiros da linguagem, o que limita sua perspectiva da realidade.
• Toda cosmovisão que pretenda ser universal é opressiva e marginaliza certos grupos humanos.
• O relato da experiência pessoal constitui um método confiável de compreender e comunicar a realidade.
• A ética é relativa ao contexto histórico-social e depende do que se considera aceitável em determinada comunidade.
• A essência da religião é a “espiritualidade”, não a doutrina.
• As atitudes preferidas são o relativismo, a ironia, a ambiguidade e o ceticismo.

Dentro do pós-modernismo as disciplinas predominantes são a teoria literária, a sociologia, a linguística e a comunicação social. Os diversos meios eletrônicos desempenham papel principal na difusão global das ideias, atitudes e estilo de vida pós-modernos. É possível identificar três tendências dentro do pensamento pós-moderno:
O pós-modernismo radical que resulta em fundamentos filosóficos e no impulso para criar um novo contexto cultural.
O pós-modernismo ecoliberal que promove o cuidado do meio ambiente e a igualdade nos direitos humanos.
O pós-modernismo eclético que procura preservar alguns aspectos racionais e científicos do modernismo enquanto aceita muitas das ideias da nova cultura.

ANTECEDENTES E REPRESENTANTES
Vários pensadores têm contribuído para estabelecer os conceitos fundamentais do pós-modernismo. Thomas Kuhn (1922-1996), este renomado historiador da ciência, nascido nos Estados Unidos, publicou o livro The structure of scientific revolutions [A estrutura das revoluções científicas] (1962, 1970), no qual sustenta que as ciências não constituem uma atividade empírica e objetiva, mas uma empresa condicionada por fatores histórico-sociais e guiada por paradigmas predominantes. O progresso científico não ocorre paulatinamente, mas em etapas definidas. Durante os períodos de atividade “normal”, os cientistas realizam investigações e exercem sua especialidade no contexto de certas hipóteses e certas regras geralmente aceitas. Os cientistas reconhecem que alguns dos fenômenos que observam não podem ser explicados dentro do modelo aceito. Mas creem que encontrarão uma explicação no futuro. Quando essas anomalias chegam a ser numerosas demais, sobrevém um período de “revolução científica” durante o qual o modelo tradicional e um novo paradigma competem pela supremacia. Se o novo modelo prevalece, ocorre uma mudança de paradigma, o qual permite explicar as anomalias e provê os fundamentos para novos estudos e investigações científicas.
Jean-François Lyotard (1924-1998), filósofo francês e teórico da literatura, descreveu o pós-modernismo como “incredulidade sobre as meta-histórias”. Em seu parecer não existe uma narração ou teoria universal capaz de explicar a completa história e conduta humanas. Colocou em dúvida o poder da razão e destacou a importância das emoções nas decisões humanas. Cria que a ciência atribuíra a si mesma posição de destaque e autoridade que devia ser resistida e rejeitada. Segundo esse autor, a humanidade está composta de comunidades diversas unidas por códigos linguísticos, regras de conduta e descrição cultural. Sugere que assim como as religiões pagãs adoram diferentes deuses em lugar do único Deus, a justiça deve aceitar uma pluralidade de critérios e leis, pois não existe ética universal.
Michel Foucault (1926-1984), filósofo e historiador francês, rejeitou as noções tradicionais de verdade, história e moralidade. Em uma série de livros sobre loucura, disciplina e castigo, afirmou que os grupos que detêm o poder na sociedade utilizam a medicina, o sistema penal e inclusive a educação pública para controlar as massas. Em sua opinião, a verdade nunca é absoluta, mas resultado de ideologias opressivas; a razão estabelece pautas arbitrárias do que é considerado normal. Este autor procurou exemplificar suas ideias vivendo um estilo de vida “liberal”, experimentando drogas, e faleceu aos 57 anos, vítima de Aids.
Jaques Derrida (1930-2004), filósofo francês, foi o fundador do desconstrucionismo. Em sua opinião, a cultura ocidental se baseia em certas suposições e dicotomias arbitrárias que devem ser questionadas, como: significante e significado, discurso oral e escrito, natureza e cultura, sagrado e profano, mente e corpo. Derrida acreditava que textos literários e documentos pressupõem hierarquias lógico-conceituais subjacentes que impõem certa ordem à realidade, e denominou desconstrução a tarefa de revelar e demonstrar essas hierarquias e dicotomias.
Sustentou que a linguagem era um meio defeituoso de comunicar significados e a verdade. Afirmou que os textos não têm um único significado; por isso o leitor tem a liberdade de interpretá-los sem levar em conta as intenções do autor.
Richard Rorty (1931-2007), filósofo norte-americano, declarou que não existe correspondência lógica entre a linguagem e o mundo real. Rejeitou a posição privilegiada das ciências na cultura moderna e afirmou que não é necessário compreender o significado da vida nem conhecer a verdade.
Rorty defendeu que os seres humanos devem ser livres para recusar os fanatismos religiosos e seculares. Referindo-se ao cristianismo fundamentalista, escreveu: “Quando nós, professores norte-americanos, enfrentamos os fundamentalistas religiosos, não cremos ser necessário justificar nosso costume de despojar de autoridade as Escrituras Sagradas. Pelo contrário, fazemos todo o possível para convencer os alunos dos benefícios da secularização. [...] continuaremos nos esforçando por depreciar vocês [pais] diante de seus filhos e despojar as comunidades fundamentalistas de toda dignidade, fazendo com que suas ideias pareçam tolas e indignas de ser discutidas.”
Poderíamos acrescentar à lista de proponentes do pensamento pós-moderno nomes como de Roland Barthes, Jean Baudrillard, Gilles Deleuze, Paul Feyerabend, Julia Kristeva e Jacques Lacan. No entanto, os perfis anteriores oferecem uma amostra de suas ideias. Resumindo, os temas preferidos do pós-modernismo se centralizam em conceitos como: linguagem, verdade, poder, identidade, interpretação, direitos humanos, meio ambiente e liberdade individual.

IMPACTO SOBRE A CULTURA
Ao examinar a cultura e a educação contemporâneas é possível verificar o impacto do pós-modernismo. Na área da linguagem, por exemplo, se observa a insistência em utilizar expressões que envolvam ambos os sexos e a preferência por uma linguagem “inofensiva”. Nos estudos literários, a tendência é reduzir a análise de autores temáticos e éticos.
Na história, personagens e eventos conhecidos são reinterpretados, e por vezes manipulados a fim de se encaixar na agenda do multiculturalismo. Os efeitos do pós-modernismo sobre a teologia são consideráveis. Seus propulsores afastam a disciplina dos claros ensinos bíblicos e apresentam reinterpretações baseadas em fatores socioculturais.
O relato básico cristão — criação, queda do ser humano, redenção, consumação e restauração — é questionado e rejeitado. Como resultado, as doutrinas bíblicas passam a ocupar um lugar secundário, enquanto se privilegia uma “espiritualidade” que desliga a experiência religiosa individual das crenças fundamentais do cristianismo.

Ao mesmo tempo, surgem várias teologias de liberdade — africana, asiática, feminista, latino-americana — além da tendência de postular um Deus imanente que se autoconstrói ao interagir com o Universo e com os seres humanos. Paralelamente, o culto de adoração e a música que o acompanha se assemelham cada vez mais a espetáculos populares da mídia.

UMA AVALIAÇÃO CRISTÃ
Como avaliar o pensamento pós-moderno e seu impacto sociocultural sob uma perspectiva bíblica cristã? Os pensadores evangélicos e adventistas assumem posturas diferentes diante desse movimento. Alguns consideram que o pós-modernismo oferece perspectivas e oportunidades positivas ao mundo das ideias, ao passo que outros consideram que ele solapa a validade do relato básico cristão e as verdades reveladas por Deus na Bíblia.
Partindo da cosmovisão bíblica cristã, é possível estabelecer três categorias em uma avaliação despretensiosa do pós-modernismo.

Elementos positivos
Os pensadores pós-modernos têm proposto perspectivas compatíveis com a cosmovisão bíblica, que nos ajudam a:
• Apreciar o valor intrínseco e a dignidade de cada ser humano e seus direitos inalienáveis, a despeito de sua etnia, gênero ou condição.
• Reconhecer o papel significativo que desempenha a cultura na formação de nossa identidade, ideias e preconceitos.
• Admitir tanto as limitações da linguagem humana para expressar a verdade completa, bem como seu poder para manipular, excluir e controlar outros seres humanos.
• Criticar o otimismo cego, a arrogância e o determinismo da área científica.
• Compreender que a Bíblia contém não apenas doutrinas, mas também relatos que revelam um Deus vivo que interage misericordiosamente com Suas criaturas em suas lutas.

Conceitos destrutivos
O pós-modernismo promove alguns conceitos totalmente incompatíveis com o cristianismo bíblico. Tanto o modernismo quanto o pós-modernismo rejeitam a existência de Deus e em seu lugar entronizam o ser humano autônomo em busca da liberdade ilimitada. Contudo, sem fé no Criador, Mantenedor e Legislador do Universo, os seres humanos competem em uma luta interminável pelo poder e se dedicam à busca do prazer egoísta.
A recusa da cosmovisão bíblica e de seus valores solapa a dimensão transcendente da vida que o ser humano necessita para obter satisfação duradoura. Se não conhecemos nossa origem nem nosso destino, como encontraremos significado na existência?
O relativismo que caracteriza o pensamento pós-moderno destrói o fundamento do conhecimento e os valores duradouros. Qual é o ponto de referência estável em matéria de verdade? São os princípios éticos relativos ao tempo e ao contexto social? Existem ações inaceitáveis em todo o tempo em toda a cultura? Quem decide? Qual é a base?

DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO ADVENTISTA
À medida que o pós-modernismo exerce influência cada vez maior sobre a cultura contemporânea, vários princípios da educação adventista têm sido questionados. Por exemplo:
• Deus e sua revelação na Bíblia: Representam eles fundamento seguro para nossas crenças, valores éticos e conduta?
• O plano da salvação: Se os relatos baseados em uma cosmovisão universal já não são válidos, como poderemos comunicar aos alunos o relato do Grande Conflito, que inclui a criação, queda, redenção, consumação e restauração?
• Crenças e valores cristãos: Se o relativismo cultural é aceito, existem doutrinas e princípios bíblicos que sejam válidos para todos os crentes em todas as partes do mundo?
• Normas de conduta: Quem as estabelecerá e quem as aplicará nas instituições educacionais adventistas?
• História e profecias bíblicas: Têm elas algum valor e significado no contexto pós-moderno?
• Música adequada para o culto: Sobre que princípios será decidido o tipo de música apropriado para a adoração a Deus?

Encontrando uma resposta
Esses desafios requerem uma resposta inteligente da parte dos líderes e educadores adventistas. Eis aqui algumas sugestões:
• Selecionar com cuidado os textos e vídeos submetidos aos alunos levando em consideração a cosmovisão e os valores de seus autores ou produtores. Estar preparado para dialogar sobre as ideias expostas, se elas estão em harmonia com os ensinos e princípios bíblicos.
• Promover a formação de pequenos grupos de alunos adventistas, utilizando recursos audiovisuais e interação pessoal e designando-lhes um conselheiro experiente.
• Envolver os alunos em projetos de serviço organizado com o fim de atender necessidades humanas reais e considerar o aprendizado como parte do programa de estudos.
• Reconhecer a função das emoções e incentivar a criatividade dos alunos, animando-os a expressar suas opiniões e preocupações.
• Orientar os alunos na elaboração de normas pessoais para avaliar e criticar, baseando-se em princípios do que é bom e belo: obras de arte, filmes, vídeos, apresentação de dramas, literatura e música.
• Defender que a Igreja Adventista é uma comunidade global de crentes que, embora pertençam a diversas culturas, estão unidos pela fé, doutrinas e missão fundamentada na Bíblia.
• Criar condições para que os alunos possam estabelecer relação de confiança mútua com professores e conselheiros que sejam cristãos autênticos.
• Encontrar equilíbrio na comunicação das doutrinas e relatos bíblicos, considerando as necessidades espirituais dos alunos e levando-os a estabelecer uma amizade com Deus. Isso deve permitir que sua vida seja transformada à semelhança da de Cristo. Motivados pelo amor, serviremos a outros.
• Ajudar os alunos a compreenderem o tema do Grande Conflito e a utilizá-lo como ponto de referência para entender o significado da vida e para tomar decisões sábias.

Conclusão
Essa visão panorâmica de uma significativa corrente de pensamento contemporâneo, com suas opiniões filosóficas e implicações, deixa algumas perguntas sem resposta. Chegará o pós-modernismo a se tornar a ideologia predominante do novo século ou será apenas uma fase cultural transitória?

Será possível levar avante a atividade científica, os avanços tecnológicos e a administração da justiça com base nas premissas radicais do pós-modernismo?

Será que o pós-modernismo irá evoluir assim como o modernismo que foi se adaptando desde o Iluminismo, passando pela Revolução Industrial, até chegar à ciência e tecnologia do século XX?
O mundo contemporâneo, no qual como seguidores de Cristo devemos cumprir a missão que Ele nos legou, se assemelha à mistura de religiões e ideologias que os cristãos do primeiro século enfrentaram: materialista, pagã, supersticiosa, hedonista, confusa e angustiada. No entanto, Deus nos ajudará a encontrar o caminho, evitando os erros do racionalismo modernista e do relativismo pós-moderno.
Como educadores adventistas, devemos assumir uma postura com prometida e compassiva ao oferecer aos nossos alunos uma educação integral, ancorada na Palavra de Deus, no contexto pós-moderno. Jesus — “a verdadeira luz, que [...] ilumina a todo homem [...] cheio de graça e de verdade” nos prometeu estar ao nosso lado “todos os dias até a consumação do século” (João 1:9, 14; Mateus 28:20).

*Humberto M. Rasi – Ph. D., atuou durante várias décadas como editor, professor e administrador educacional. Entre 1990 e 2002, foi diretor de Educação da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.
[Fonte: http://jae.adventist.org/jae.php?index=issue&language=pt]

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