23 de setembro de 2015

JUSTIÇA E AMOR!

Como o bramido do leão assim é a indignação do rei, mas seu favor é como o orvalho sobre a erva. Prov. 19:12

Salomão usa no texto de hoje uma figura eloqüente para descrever o caráter de Deus.  A justiça e a misericórdia amalgamam-se nEle de um modo indefinível.  É justo.  Não aceita o pecado sob hipótese nenhuma.  Não condescende.  Seu caráter é puro e Seus princípios   inalteráveis.
Ao mesmo tempo é misericordioso.  Ama o pecador.  Entregou a vida de Seu próprio Filho para resgatar a humanidade caída.  Pagou o preço do pecado.  Ofereceu o máximo que podia entregar.  Foi ao sacrifício supremo: escreveu Seu amor com sangue, na cruz do Calvário.
Salomão o apresenta como o Leão que brama e ao mesmo tempo como o orvalho que refresca a erva.  Leão ou Orvalho, o que é Deus para você?  
O ser humano gosta de pensar apenas no amor.  Deleita-se unicamente na graça, escreve poesias e cânticos só em torno da misericórdia.  Confunde as coisas. Acha que misericórdia é permissividade. Graça é viver sem regras. Amor é anarquia.
Desfigura o caráter de Deus.  Cria um deus pequeno fraco, transigente, formiga com cara de Leão, juiz de futebol sem apito.  Um Deus que não comanda nem mostra o caminho. Um Deus energia que aceita as tolices humanas porque são “sinceras”.
O texto de hoje nos mostra um Deus diferente, preocupado por Suas criaturas. Preocupado não apenas em atender os caprichos da criança chorona, mas interessado em fazê-la crescer,  ensiná-la  viver e  vencer. Por isso ama e corrige.  Ensina e ajuda, comanda e levanta, repreende e anima, brama como leão e refresca como o orvalho.
Está você ferido por algum deslize na vida?  Está machucado e triste?  A queda foi tão brutal que não tem mais forças para continuar?  Sinta o orvalho de Jesus limpando a sua vida, curando as suas feridas e acalmando o seu coração.
Hoje é um novo dia.  Ontem já se foi. Graças a Deus que sempre é assim. Todo dia é um novo dia e uma nova oportunidade.  Não tema, mas lembre-se: “como o bramido do Leão assim é a indignação do rei, mas seu favor é como orvalho sobre a erva”.

Alejandro Bullón

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