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Coragem no Natal - DOMÍNIO PRÓPRIO


Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim. Mateus 10:37
Era noite de Natal. Archie Shipowick 
conversava após o jantar com seu pai, Samuel, e seu irmão mais novo, Roman. De repente, Samuel levantou-se.

– Lembrei-me de uma coisa – disse ele, desaparecendo em seu quarto. Voltou com uma garrafa fechada de vodka.

Ele tirou a rolha da garrafa e encheu três copos. Empurrou dois para o outro lado da mesa, na direção de Roman e Archie.

– É Natal – disse ele. – Vamos fazer um brinde!

Archie não se mexeu para pegar o copo. Engoliu em seco duas vezes e limpou a garganta.

– Vamos lá, rapazes! Bebam! – ordenou Samuel, erguendo seu copo.

– Não bebo mais essas coisas – disse Archie.

Samuel ficou bravo. Havia oferecido um copo de bebida a seus filhos, como era costume entre os pais russos na noite de Natal, e Archie havia recusado.

– Por que não? – perguntou ele.

Archie procurou palavras para explicar sua experiência de conversão e a nova amizade com Deus.

– Archie virou um sabotnik (guardador do sábado) – disse Roman.

– Então você pensa que é melhor do que nós? – O rosto de Samuel se contorcia de raiva. – Sabotnik! Você desgraçou a família! – Foi então para o alpendre dos fundos e voltou com uma machadinha. Berrou para Archie: – Você não é mais meu filho!

– Não, papai! – gritou Roman, segurando o braço de seu pai. A machadinha caiu no chão.

– Saiam daqui! Vocês dois! – ordenou Samuel.

Apressadamente, Roman e Archie calçaram as botas, vestiram suas parkas e saíram para a noite estrelada, deixando Samuel em pé no meio da cozinha, com a machadinha a seus pés.

– Você podia ter tomado um ou dois golezinhos para agradar ao papai – disse Roman, após alguns momentos de silêncio. – Você não podia ter feito isso na noite de Natal para deixar o velho feliz? Que diferença faria?

– Se tivesse feito isso, magoaria meu Pai celestial – explicou Archie. – Tive de escolher. Não podia agradar a ambos. Amo meu pai, mas amo a Deus ainda mais.


Escolhendo Amigos

Se amamos a Deus, desejaremos agradá-Lo mais do que a qualquer outra pessoa. (Inspiração Juvenil)



DOMÍNIO PRÓPRIO
 
“Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9:27).

Embora mencionado por Paulo em último lugar em Gálatas 5:22, 23, o “domínio próprio” (às vezes traduzido por temperança) seguramente não é o menor dos frutos do Espírito. Poderia facilmente ser o primeiro, porque desempenha um papel importante no amadurecimento de outros frutos espirituais. Pode-se dizer que o domínio próprio é a cola que mantém juntas todas as outras qualidades. Como outros frutos do Espírito, o domínio próprio é um dom da graça. Tem sido chamado de “graça disciplinada: graça porque é livre, disciplinadaporque existe algo para fazermos.

O domínio próprio pode soar negativo, mas é parte integral da graça. Se não nos controlarmos – nossos sentimentos, nosso apetite, nossos impulsos – eles nos controlarão. Assim, ou é o domínio próprio colocado sob a graça e o poder do Espírito Santo ou ele será controlado por alguém ou alguma outra coisa. Em última instância, nós decidimos.

O paradoxo do domínio próprio

Fp 2:12, 13. Alguns sinônimos do domínio próprio são autodisciplina, força mental e força de vontade. Esse fruto do Espírito vai muito além de simplesmente refrear os cristãos para não fazerem o que é proibido mas inclui nos habilitar para fazer o que é bom.

Contra que três pecados nos previne 1 João 2:15, 16?

Filipenses 4:8 menciona quais devem ser os enfoques da vida cristã. Quais são eles, e como podem nos proteger dos perigos mencionados em 1 João 2:15, 16?

Obviamente, existem regras na vida cristã. Existe uma constante luta contra o próprio eu, contra a carne, contra os caminhos do mundo. Paulo descreve esse dilema em Romanos 7:15-18, quando fala sobre a luta entre o que ele sabe que devia fazer e o que era tentado a fazer. Porém, em Romanos 8:1, ele nos dá a resposta: “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito” (RC).

Ele está falando de andar no Espírito. Por si mesma, uma vida sem o Espírito é incapaz de desenvolver o fruto do Espírito. Embora tenhamos a disposição, Paulo fala por todos nós quando diz que não temos o poder. A resposta para o dilema de Romanos 7 não é quandopodemos vencer, mas como. E o comoé encontrado pela fé em Jesus. Quando nos rendemos a Jesus, reivindicamos Sua justiça, e não mais somos condenados. Quando nos rendemos a Ele e decidimos andar no Espírito, escolhemos seguir Sua vontade, reivindicando Suas promessas de vitória. A chave é nos apegarmos às promessas; é daqui que vem o poder. Não podemos fazer isso sozinhos. Temos que fazer a escolha consciente de vencer em Seu nome. A luta é tanto vertical (erguendo-nos em fé) como horizontal (batalhando contra os clamores da carne). Precisamos fazer as duas coisas.


José e os resultados imediatos da justiça

Traído por sua própria família, vendido como escravo, José tinha motivos muito bons para duvidar do amor e cuidado (e até da existência) do Deus sobre quem ele havia sido ensinado desde a infância. Mas não foi isso que ele fez.

Qual foi o segredo da vitória de José? Gn 39:7-20

Como José foi “recompensado” pela recusa em se submeter à tentação? Gn 39:20.

Este é um ponto importante a lembrar. Podemos esperar que nossa determinação de fazer o que é certo, não importando o custo, signifique que tudo dará certo para nós a curto prazo? Que dizer de quem perdeu o emprego, o cônjuge, a família e até a vida porque se recusou a ceder ao pecado? Temos exemplos assim na Bíblia, e talvez você conheça pessoas que passaram por algo semelhante. Ou, talvez, você mesmo tenha passado por isso. No fim, suponha que José tivesse passado o restante da vida apodrecendo na prisão. O que ele fez ainda teria sido certo?

Qual é a verdadeira recompensa por vivermos de acordo com a vontade de Deus? Gl 6:8


Sansão e os frutos do fracasso

Em Juízes 13–16, a Bíblia nos dá a história de Sansão. Tanto quanto o tempo permitir, leia essa história, tendo em mente a ideia do domínio próprio e temperança. Neste exemplo de Sansão, existem lições bastante poderosas que podemos aprender. Foi trágico que alguém com tantos dons e tantas promessas fosse desviado tão facilmente.

“Em seu perigo, Sansão tinha a mesma fonte de força que tinha José. Ele podia escolher fazer o que era direito ou o errado como lhe agradasse. Mas, em vez de se apegar à força de Deus, ele permitiu que as paixões selvagens de sua natureza tivessem pleno controle. Os poderes da razão foram pervertidos, a moralidade, corrompida. Deus havia chamado Sansão para uma posição de grande responsabilidade, honra e utilidade; mas ele precisava aprender a governar aprendendo primeiramente a obedecer às leis de Deus. José era um agente moral livre. O bem e o mal estavam diante dele. Ele podia escolher o caminho da pureza, santidade e honra, ou o caminho da imoralidade e degradação. Ele escolheu o certo, e Deus o aprovou. Sansão, sob tentações semelhantes, trazidas sobre si por ele mesmo, deu rédeas soltas à paixão. O caminho em que ele entrou, ele verificou que terminava em vergonha, desastre e morte. Que contraste com a história de José!”(The SDA Bible Commentary,v. 2, p. 1007).

Considerando o que sabemos sobre Sansão, que importante mensagem e advertência encontramos a seu respeito? Jz 13:24, 25

Apesar de sua grande promessa, Sansão permitiu que suas paixões e lascívia vencessem todo o bem. Quem não sofreu com a realidade desse conflito? O grande conflito não é só um símbolo; descreve a batalha entre Cristo e Satanás que é travada, não apenas como um conflito cósmico nos céus, mas igualmente em todo ser humano. Embora Cristo haja aberto o caminho para todos compartilharem Sua vitória, a batalha pelo nosso coração e nossa carne está sendo travada, realmente, em nosso coração e nossa carne. Certo, Cristo venceu tudo por nós. Mas temos que escolher reivindicar Sua vitória a todo tempo e, pelas escolhas que fazemos, decidir por um lado ou outro no grande conflito.


A longa corrida de Paulo

“Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9:24-27, NVI).

Devemos achar conforto em ver que até mesmo um cristão fiel como Paulo, um dos verdadeiros gigantes da fé, tinha que lutar contra o eu, o pecado e a carne. Não estamos sozinhos em nossa batalha. O Céu vai estar cheio de pessoas que conheceram os clamores da carne.


Como crescer em domínio próprio

Em outra ocasião, Paulo novamente se referiu à analogia da corrida que vimos anteriormente. Quais são alguns dos “pesos” que estão atrasando sua corrida?Hb 12:1

Que regras para viver em santidade Paulo nos aconselha a seguir? Cl 3:1-10.

Toda habilidade precisa ser praticada. O domínio próprio não vem em um só dia. Vem mediante ganhos e perdas, sucessos e fracassos, conforme tentamos praticá-lo dia após dia. “Combate o bom combate da fé” (1Tm 6:12); “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp 3:12).

Não se ponha constantemente você mesmo em lugares em que suas fraquezas sejam testadas, onde suas energias mais difíceis de controlar estejam na linha de tiro da tentação. Devemos evitar até mesmo a aparência do mal (1Ts 5:22).“Revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne” (Rm 13:14, NVI).

“A promessa divina a Manoá foi cumprida no tempo devido com o nascimento de um filho, a quem foi dado o nome de Sansão. Crescendo o rapaz, tornou-se evidente que possuía extraordinária força física. Conforme Sansão e seus pais bem sabiam, entretanto, isto não dependia de seus compactos músculos, mas sim de sua condição de nazireu, de que o seu cabelo não cortado era símbolo. Houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz. Mas a associação com os idólatras o corrompeu. Achando-se a cidade de Zorá próxima do território dos filisteus, Sansão veio a travar relações amistosas com eles. Assim, em sua mocidade surgiram camaradagens cuja influência lhe obscureceu toda a vida. Uma jovem que habitava na cidade filisteia de Timnate conquistou as afeições de Sansão, e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: ‘Ela agrada aos meus olhos’ (Jz 14:3). Os pais finalmente cederam aos seus desejos, e realizou-se o casamento”( Patriarcas e Profetas,p. 562).

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