País mais ateu do mundo teve aumento de 1.000% no uso de antidepressivos

Raciocínio Cristão  

Se você morasse em um país que:
  • possui uma economia altamente desenvolvida e diversificada e quase não existe desemprego;
  • onde a democracia é real;
  • é considerado como um dos mais socialmente justos e que tem um nível baixíssimo de desigualdade  de renda;
  • onde praticamente não se houve falar em corrupção;
  • tem o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) maior que a maioria dos países mais desenvolvidos do planeta;
  • é líder tecnológico de seu continente e em número de trabalhos e publicações científicas;
  • o transporte é um dos mais modernos e seguros do mundo;
  • é altamente sustentável e se dedica às tecnologias ambientalmente corretas;
  • onde o governo se preocupa com a educação, colocando como prioridade no orçamento;
  • existe igualdade de gêneros e praticamente não existe preconceitos;
  • há liberdade de crença e não crença;
  • cultura e diversão estão acessíveis para toda população;
  • não há conflitos ou guerras;
  • Etc... [1]
Você não teria motivos pra se sentir depressivo num lugar como este, certo?

Estamos falando da Suécia, na Europa, onde outro fator interessante também chama a atenção: é que esse país concentra a maior parcela de pessoas não religiosas, sendo que cerca de 85% da população são de ateus e agnósticos, embora o estudo religioso seja obrigatório nas escolas do país. Ou seja, a Suécia é considerada o país mais ateu do mundo. [2]

Nota: vamos utilizar a Suécia como referência devido a alta taxa de desenvolvimento humano, aliada a alta taxa de ateísmo.
Lógica

Provavelmente pensaríamos que nos países com miséria, corrupção, doenças, desastres e guerras é que um mal, chamado depressão, acometeria boa parte da população, o que também poderia levar ao suicídio, mas o que veremos aqui é algo totalmente o contrário. 

Fato peculiar

De acordo com dados recolhidos de 29 países europeus durante 3 décadas pela Escola de Ciências Econômicas de Londres, constatou-se que o uso de antidepressivos aumentou em média 500%. A Eslováquia e Noruega também tem tido grande crescimento no uso, sendo que a Suécia aumentou em 1.000% a taxa de consumo desses medicamentos, entre 1.980 e 2.009.
Assim, os pesquisadores, liderados por David McDaid, encontraram uma relação entre o consumo dos antidepressivos e a queda no número de suicídios. Enquanto as taxas de suicídio caíram cerca de 14% em toda a Europa, o suicídio continua a ser um grande problema de saúde pública nos países da União Européia, sendo responsável por 60 mil mortes por ano.

Curiosamente, a pesquisa não encontrou nenhuma relação entre as taxas de suicídio e consumo de álcool, divórcio ou taxas de desemprego.

Os países com menores taxas do uso destes medicamentos foram Holanda, Suíça, Bulgária, França e Luxemburgo. Enquanto Grécia, Itália e Espanha possuem as menores taxas de suicídio da União Européia. [3]

Será que o ditado "dinheiro não traz felicidade" está correto neste caso?

Geralmente o que se vê na internet e em outros meios é que o grande "trunfo" utilizado por muitos ateus (lê-se corretamente "neo-ateus") e secularistas é o fato de que nos países mais ricos e desenvolvidos, como é o caso da Suécia, o número de ateus é expressivo. Porém, parece que falta algo a mais que não pode ser conseguido com progresso tecnológico, cultural, econômico, ambiental, etc.

Porque as pessoas estão cada vez mais depressivas neste país?

Porque será que ainda existe uma taxa altíssima de suicídio em uma cultura tão avançada socialmente e democraticamente?
O que falta então?

Nós cristãos acreditamos que temos uma resposta, mas será que a Suécia, com seus 85% de ateus conseguirá encontrá-la e quem sabe, resolver o grande problema que este importante país e seus vizinhos de continente estão atravessando?

Não estamos sendo irreverentes quanto à problemática citada aqui, nem mesmo conclusivos pois nem mesmo o estudo realizado é, mas quem sabe se as pessoas abrissem mais seus corações para Jesus a história poderia ser diferente. Falta fazer o teste!


Referências:

[2] Wikpédia
[3] Atheism: Contemporary Rates and Patterns, pg. 15, Phil Zuckerman, 2007
[3] Daily Mail,

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