26 de dezembro de 2015

A prática de promover a paz

“Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tiago 1:19).
Ter ideais é algo bom e maravilhoso, mas eles não valem nada a menos que sejam acompanhados da prática.
26-paisagem-bTalvez uma das mais importantes habilidades do pacificador seja saber como ficar quieto. Se as pessoas soubessem controlar a língua, haveria bem menos discórdia no mundo.
A passagem bíblica para hoje sugere que devemos ser prontos para ouvir, mas tardios para falar. Temo, porém, que muitos de nós sejamos ágeis para falar e lentos para ouvir.
Um mundo de tristeza e discórdia poderia ser evitado, se tão-somente nos recusássemos a repetir as coisas, quando sabemos que elas causarão dano. Uma função importante de promover a paz é permanecer silente, mesmo quando somos tremendamente tentados a passar adiante essa ou aquela fofoquinha. O “homem natural” dentro de nós é forte, mas por amor à paz, os cristãos controlam a língua. Lembre-se de que nunca é bom dizer coisas pouco amáveis ou desagradáveis.
Tiago compara a língua a uma pequena fagulha que pode dar início ao incêndio de uma grande floresta. Uma vez que as palavras saem da nossa boca, não podem ser recolhidas. Elas passam de uma pessoa para outra; geralmente com grande parte de exagero e distorção.
O temperamento está intimamente relacionado com o controle da língua. Quando somos atacados, como é fácil perder a esportiva e dar às pessoas o que achamos que elas merecem. Isso resulta em falta de paz para elas e para nós.
Felizmente, a língua pode ser usada para promover a paz tanto como para fazer guerra, como podemos notar no seguinte texto:
“Uma palavra descuidada pode inflamar um conflito, Uma palavra cruel pode arruinar uma vida; Uma palavra áspera pode instilar ódio, Uma palavra brutal pode ferir e matar; Uma palavra bondosa pode suavizar o caminho, Uma palavra alegre pode iluminar o dia; Uma palavra oportuna pode reduzir a tensão, Uma palavra amável pode curar e abençoar.”

George R. Knight

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