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Lições da Bíblia - Crise no Céu


VERSO PARA MEMORIZAR:"Ao nosso Deus, que Se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação" (Ap 7:10).


"Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todos os seres inteligentes depende do perfeito serviço de amor, serviço que brote de uma apreciação de Seu caráter. Ele não tem prazer na obediência forçada; e a todos concede vontade livre, para que Lhe prestem serviço voluntário" (Patriarcas e Profetas, p. 34).

Enquanto todos os seres criados confessaram a lealdade motivada por amor, houve perfeita harmonia em todo o Universo. Bastou apenas um ser rebelde para que tudo mudasse. Lúcifer achou que podia fazer um trabalho melhor que o de Deus. Desejou a posição de Deus e o prestígio inerente a ela.

Sua ambição por poder resultou numa "peleja no Céu" (Ap 12:7). Ao enganar Adão e Eva junto à árvore proibida no Éden, Satanás trouxe esse conflito para a Terra, e desde então temos convivido com as consequências disso. O plano da salvação é a maneira divina de lidar com a rebelião e restaurar a ordem e a harmonia que  Satanás havia quebrado.
  

Queda no Céu

1.   Leia Isaías 14:4, 12-15. Que descrições do rei de Babilônia indicam que o profeta estava falando de alguém muito maior do que um simples governante humano?



Nenhum rei terrestre caiu do Céu. Essa verdade sugere que os versos 12 a 15 focalizam alguém maior que um rei, mesmo o de Babilônia. Além disso, as figuras que falam de "ascender ao Céu", "estar numa posição mais elevada que a dos anjos" e "presidir a assembleia no monte que está nas extremidades do norte" são todas reconhecidas descrições que se aplicavam à divindade no antigo Oriente Próximo. As ambições de Satanás são claramente expostas nessa profecia de aplicação dupla. Jesus usou uma tática semelhante em Sua descrição da destruição de Jerusalém  (Mt 24). Embora os discípulos tivessem perguntado sobre a destruição do templo, em Sua resposta Jesus descreveu tanto a destruição de Jerusalém pelos romanos, em 70 d.C, quanto a realidade mais ampla do fim do mundo. Da mesma forma, Isaías descreveu os atributos de um rei terrestre, mas aplicou tudo isso a algo muito maior e mais grandioso que um simples rei humano.


2.  Leia Ezequiel 28:2,12-19. Como Satanás é retratado nesses versos?

Ao usar paralelos humanos, esses vislumbres nos permitem entender realidades divinas. Os profetas usavam algo  mais próximo de nós e mais compreensível para explicar algo mais difícil de entender. Pode ser difícil compreender o que acontece no Céu, mas todos somos capazes de entender os efeitos das óbvias e destrutivas ambições políticas de governantes terrestres. Isaías e Ezequiel revelam a inexplicável transição ocorrida em algum ponto da História, quando tudo o que era belo perfeito na ordem divina das coisas foi maculado por uma ambição destrutiva.

Se um ser perfeito, criado por um Deus perfeito, num ambiente perfeito, arruinou a si mesmo por causa do orgulho, quão fatal pode ser esse sentimento?

O príncipe  deste mundo

3.  Leia João 12:31; 14:30; 16:11. Por que Jesus chamou Satanás de príncipe deste mundo?

Quando Deus colocou inicialmente Adão e Eva no Jardim do Éden, confiou-lhes a administração daquele local (Gn 2:8,
15) e o cuidado de todas as criaturas que viviam na água, no firmamento e na terra (Gn 1:26, 28). Ao dar nome a todos os animais, Adão demonstrou que era o administrador sobre eles. Geralmente, aquele  que  tem autoridade sobre alguma coisa pode dar nome a isso. Assim, ao dar nome a todas as criaturas, Adão estava demonstrando claramente sua posição como governante do mundo.

Quando Adão perdeu esse domínio, Satanás preencheu rapidamente o vácuo. Parte da restauração da humanidade, possibilitada pelo sacrifício de Cristo no Calvário, ocorrerá quando os redimidos receberem o privilégio de Adão e Eva, de reinar com Deus pelo restante da eternidade como "reis e sacerdotes" (Ap 1:6; 5:10, ARC). Os capítulos iniciais do livro de Jó revelam com precisão a grande e extensa da perda de Adão. Ao recebermos um vislumbre da sala do trono do Universo, vemos também quanto a humanidade se tornou subordinada à natureza desde a queda.

4.   Leia 1:6, 7 e 2:1, 2. Por que Satanás se apresentou à assembleia dos filhos de Deus como aquele que rodeia a Terra?



As expressões "rodear a Terra" e "passear por ela" não se referem simplesmente à ação de um turista. Na Bíblia isso é um sinal de propriedade. Quando Deus deu a terra a Abraão, disse-lhe que a percorresse no seu comprimento e na sua largura (Gn 13:17) e disse algo semelhante a Moisés e a Josué (Dt 11:24; Js 1:3). Em certo sentido, Satanás se vangloriou de ser "o deus deste mundo" (2Co 4:4, NTLH).

A apresentação de Satanás nos dois primeiros capítulos de Jó tem um paralelo no que aconteceu em Gênesis 3. Ele criou problemas no paraíso e deixou as vítimas humanas sofrendo as consequências.

Que evidências da obra de Satanás vemos no mundo? Temos a esperança fundamentada na promessa de que um dia toda essa confusão terminará?

Peleja no Céu

Não temos ideia do que significa ama guerra no Céu, isto é, não sabemos que tipo de batalha física  foi  travada, exceto a expulsão de Satanás e seus anjos.  O fato é que  a Bíblia  não diz  nada  sobre  as consequências físicas  desse


conflito celestial. Em vez disso, ela trata dos resultados espirituais aqui na Terra.

5.  Leia Apocalipse 12:7-16. Qual foi o impacto do grande conflito sobre o Céu e a Terra?

Note a maneira positiva pela qual João fala sobre a contínua guerra entre o "acusador de nossos irmãos" e os vencedores. Ele associa isso à salvação e à vinda do reino de Deus (Ap 12:10, 11). Esse tema positivo é enfatizado ao longo de todo o capítulo e é um importante aspecto do grande conflito.

É fundamental notar o contexto geral do capítulo 12. Três grandes ameaças são descritas ali, mas cada uma delas é seguida por um incrível livramento. Numa visão dramática, é mostrada a João a luta entre Cristo e Satanás e o  quanto tudo isso parece ser incompatível.

Por exemplo, um grande dragão vermelho (Satanás, Ap 12:9) se prepara para devorar um bebê (Jesus) que está para nascer. Que bebê conseguiria sobreviver a isso? Mas Ele o faz, e é arrebatado para Deus até ao Seu trono.

O dragão, então, tenta perseguir a mulher, símbolo do povo de Deus (ver Ap 12:13). Como uma mulher que acabou  de dar à luz pode se defender de um dragão? Mas ela também escapa miraculosamente (v. 14).

Numa terceira tentativa de destruir os escolhidos de Deus, o dragão arroja água como um rio atrás da mulher (v. 15). Uma mulher contra um rio? Mas, novamente, Deus intervém e a livra (v. 16).

O dragão então volta a atenção para o restante dos descendentes da mulher. Ele está furioso e faz guerra contra eles. A História mostra claramente como o povo de Deus foi caçado, oprimido e perseguido ao longo dos anos. Demasiadas vezes vemos a impossibilidade de vencer e ficamos pensando como os fiéis sobreviverão, esquecendo-nos de que a história não termina ali. Ela continua em Apocalipse 14, onde vemos os fiéis em diante do trono de Deus; assim, eles também receberam livramento.

Ao se sentir oprimido por forças maiores que você, como pode obter coragem do Senhor, que é maior do que todas as coisas?

  
A expulsão de  Satanás
Como vimos, a guerra celestial não ficou confinada ao Céu, mas afetou a Terra também. Parece que, por algum tempo, Satanás, o "acusador de nossos irmãos" (Ap 12:10), ainda foi capaz de ir perante o trono de Deus e fazer acusações contra o Seu povo. foi um dos personagens bíblicos que se tornaram vítimas desse tratamento humilhante.

6.  Leia Lucas 10:1-21. Qual é o significado das palavras de Cristo sobre Sata¬nás nessa passagem?

Antes de enviar os 70 discípulos, Jesus os instruiu a não levar roupa nem dinheiro extras (Lc 10:4) e a pedir a bênção de Deus sobre seus anfitriões (v. 5). Alertou para o fato de que eles eram como ovelhas no meio de lobos (Lc 10:3), uma preocupação refletida em Apocalipse 12, em que o dragão tenta fazer guerra contra o povo de Deus.

Quando voltaram alegres (Lc 10:17), os discípulos relataram que os demônios se sujeitavam a eles, e isso deve ter deixado Jesus muito feliz (Lc 10:21). Nesse contexto, Jesus declarou que havia visto Satanás caindo do Céu como um raio. Advertiu os discípulos de que a alegria deles não devia ser fundamentada no sucesso sobre as  forças  demoníacas, mas no fato de ter o nome escrito no Céu (Lc 10:20). Esse lembrete coloca a salvação humana firmemente no lugar em que ela deve estar: nas mãos do Salvador. Foi Jesus, não nós, quem derrotou o inimigo.

Os seguidores de Jesus, contudo, recebem o privilégio de testemunhar sobre a salvação que Ele  conquistou.  O episódio relatado em Lucas 10:17-20 parece associar a obra de testemunhar, confiada por  Jesus a Seus discípulos,  com o poder sobre Satanás no grande conflito. A obra de testemunhar mina o poder que ele tem sobre as pessoas deste mundo e aos seres humanos a oportunidade de retomar sua obra original de expandir as fronteiras do  reino


de Deus.

O poder sobre nosso adversário é possível em razão da vitória que Jesus obteve na cruz. Paulo declarou que Jesus " [despojou] os principados e as potestades" e triunfou sobre eles (Cl 2:15). NEle, o povo de Deus é triunfante. A destruição de Satanás está assegurada. "Será expulso o príncipe deste mundo" (Jo 12:31, NVI), e nunca  mais  difamará o povo de Deus. Certamente podemos nos alegrar com o fato de que a batalha pertence ao Senhor!

"Alegrem-se, [...] porque seus nomes estão escritos nos Céus" (Lc 10:20, NVI). Pensemos nessas palavras.  Por  que essa é uma grande razão para nos alegrarmos?


Batalha contínua

Os reflexos de uma cobra venenosa que acabou de morrer e continua se contorcendo podem fazer comi que ela se mova e injete seu veneno em alguém que a pegar. Assim também, a picada de Satanás ainda é mortal. Ele foi derrotado no Calvário, mas o perigo ainda não passou.

7.  Leia João 16:33. Como Jesus advertiu Seus discípulos sobre a contínua luta contra o mal?

Jesus deixou claro que Seus seguidores não teriam vida fácil, mas em vez de Se concentrar nos desafios, Ele Se concentrou na vitória que eles teriam nEle. Refletindo sobre essa garantia, Paulo assegurou aos crentes de Roma que Deus esmagaria Satanás debaixo de Seus pés (Rm 16:20). João disse à igreja dos últimos dias a mesma coisa: a sua vitória está assegurada através do sangue do Cordeiro (Ap 12:11).

8.  Leia Hebreus 12:1, 2. Quem são as "testemunhas" e como elas nos encorajam? Ver Hb 11

Hebreus 11 apresenta um breve esboço da vida de alguns dos famosos heróis da fé. Abel ofereceu um sacrifício perfeito, e não foi esquecido, apesar de estar morto. Enoque se aproximou habitualmente de Deus e, por isso, foi levado diretamente ao Céu para estar com Ele. Noé advertiu a respeito de eventos ainda não vistos e ofereceu salvação a um mundo afogado no pecado. Abraão saiu de uma grande civilização a fim de ir para uma terra prometida. Sara deu à luz um filho prometido, embora fosse muito idosa para ter filhos. Moisés preferiu sofrer com  seu povo a viver no palácio deum rei. E Raabe testemunhou da grandeza de Deus (Js 2:9-11). Essas pessoas fazem parte da grande nuvem de testemunhas mencionada em Hebreus 12:1. Não foram testemunhas passivas, como espectadores que assistem a um jogo; elas testemunham ativamente para nós que Deus é fiel e que as sustentou nas lutas que enfrentaram, não importando quais foram elas. Não estamos sozinhos nessa grande batalha.

Considere as pessoas mencionada, em Hebreus 11. Quem eram elas, e como eram? Que encorajamento você encontra no fato de que elas não eram perfeitas nem impecáveis, mas tinham temores, paixões e fraquezas, assim como todos nós?
Estudo adicional
Não sabemos por que o pecado surgiu em Lúcifer. (...) "pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria" (Patriarcas e Profetas, p. 35). O fato de que isso ocorreu num ser perfeito revela, de maneira poderosa, a realidade do livre-arbítrio e da livre escolha como parte do governo de Deus. Como, então, surgiu o pecado em Lúcifer? A resposta é que não há resposta. Não desculpa para o pecado. Se fosse possível encontrar justificativa para ele, em última análise, Deus poderia ser considerado responsável  por  sua  existência. Como seres humanos, estamos acostumados a relações de causa e efeito. Mas o pecado não tem uma causa. Simplesmente não razão para o mal. Ele é irracional e absurdo. Lúcifer não podia justificar  seus  atos, especialmente por ser muito favorecido por Deus. Porém,  de alguma forma, pelo abuso de seu livre-arbítrio,    Lúcifer


se corrompeu e, de "portador de luz", tornou-se Satanás, "o adversário". Embora não compreendamos muita coisa, devemos entender o suficiente para saber que devemos ter muito cuidado em relação ao sagrado dom do livre- arbítrio e da livre escolha.

Perguntas para reflexão.


1.   A inveja desempenhou uma parte importante na rebelião de Satanás contra Deus. Em sua experiência,  a inveja tem causado algum dano?

2.  Considere as terríveis consequências do mau uso do livre-arbítrio. Como podemos usá-lo corretamente?

3.    Pense no papel da lei no contexto do livre-arbítrio. O simples fato de que Deus tem uma lei deve ser um testemunho da realidade do livre-arbítrio. Afinal de contas, qual é o propósito de uma lei moral se não criaturas morais que possam escolher segui-la? Reflita um pouco mais sobre as implicações da lei e o que ela diz sobre a liberdade humana.

4.  Especialmente em algumas partes do mundo, uma forte tendência de rejeitar a ideia da existência de um diabo literal. Por que esse conceito é contrário até mesmo à compreensão bíblica mais elementar?

Respostas sugestivas: 1. O uso dos verbos cair e lançar do Céu indicam que Isaías estava falando de alguém muito maior que um rei terreno, pois nenhum rei humano caiu do Céu. 2. Como um ser perfeito, cheio de sabedoria e formosura, adornado com pedras preciosas, comissionado para ser querubim guardião e que se corrompeu por causa de sua "formosura". 3. Porque no Jardim do Éden ele usurpou a posição de príncipe, confiada por Deus a Adão. 4. Satanás queria mostrar que tinha o domínio deste mundo. 5. O dragão trouxe perseguição, sofrimento e morte aos seres humanos. Os que aceitarem o sangue do Cordeiro serão vitoriosos. 6. Jesus viu Satanás caindo do céu como relâmpago. Os discípulos receberam poder sobre o inimigo porque o nome deles estava escrito no Céu (v. 20). Tudo isso foi possível pela vitória alcançada por Cristo. 7. Jesus afirmou que teríamos aflições, mas podemos vencer, porque Ele venceu. 8. Os heróis da do passado. Eles perseveraram na porque olharam para o Autor da e maior exemplo de fé, Jesus Cristo. Somos encorajados pela vitória deles sobre      o pecado. Não estamos sozinhos nessa  batalha.

CPB

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