11 de setembro de 2016

De Olho no PRÊMIO - Inspiração Juvenil


De longe, mas de perto
O meu patrão me fez jurar que eu faria o que ele ordenasse e me disse: "Não deixe que o meu filho case com nenhuma mulher deste país de Canoa, onde estou morando. Vá até o lugar onde mora a família do meu pai e no meio dos meus parentes escolha uma mulher para ele." Gênesis 24:37, 38
Para a vida transcorrer bem, alguns relacionamentos precisam dar certo. Há pessoas que trabalham para um chefe que odeiam, mas conseguem se concentrar nas tarefas e nos projetos e fazer um bom serviço. Existem professores com quem os alunos não se identificam tanto, mas os mais espertos deixam isso de lado para prestar atenção na matéria e aprender mesmo assim.
Os atletas profissionais, especialmente os que atuam em esportes de performance individual, como atletismo e ginástica, precisam encontrar um treinador com quem conseguem conviver bem para ter o melhor desempenho possível.
De todos os relacionamentos da vida, porém, o que mais precisa dar certo e que tem mais consequências diretas para a felicidade da pessoa e de sua família é o casamento. Quando as coisas vão mal fora de casa, mas no lar se encontra um refúgio de tranquilidade e segurança, fica mais fácil enfrentar os problemas e manter a paz de espírito.
O fim de uma amizade ou sociedade comercial pode trazer sofrimento, mas nada se compara ao término do relacionamento conjugal, que foi criado por Deus para durar a vida inteira. As marcas permanecem para sempre. E possível que, ao ler isso, você saiba muito bem do que estou falando, pois sente na pele as dificuldades de não ter os pais juntos.
Muitas vezes, as pessoas não levam a sério essa escolha tão importante. Olham somente para o coração e desconsideram os princípios que Deus estabeleceu para garantir um lar feliz. A história do casamento de Isaque e Rebeca mostra como o Senhor leva o matrimônio a sério. Abraão enviou seu servo de confiança de volta a sua terra natal a fim de encontrar ali uma mulher temente a Deus para se casar com seu único filho.
Essa é a característica mais importante na escolha de alguém para dividir a vida. Não é a beleza, nem os recursos financeiros, mas se aquele rapaz ou aquela moça serve verdadeiramente ao Deus altíssimo.
Você já tem orado pela pessoa com quem irá se casar? Nunca é cedo demais para isso. Peça ao Senhor que prepare alguém especial para você no momento certo.

Você tem medo de quê?
Portanto, sejamos corajosos e afirmemos: "O Senhor é quem me ajuda, e eu não tenho medo. Que mal pode alguém me fazer?" Hebreus 13:6
Álvaro Affonso de Miranda Neto, mais conhecido como Doda, é praticante do hipismo e ganhou duas medalhas olímpicas de bronze na categoria saltos. Isso faria pensar que, desde cedo, ele tinha bastante familiaridade com os cavalos, não é mesmo? No entanto, ele confessa que não foi bem assim. No início, sentia um pouco de medo dos animais, mas vendo que tinha talen­to e chance de se destacar no esporte, venceu o temor, até conquistar uma relação de companheirismo com eles.
E você? Tem medo de quê? As chamadas "fobias" acontecem quando a pessoa tem tanto medo de algo que apresenta uma reação irracional ao ser colocada diante daquilo. Algumas são muito comuns, como a escotofobia, o medo do escuro; a claustrofobia, o medo de ambientes fechados; e a hipsifobia, o medo de altura.
Existem medos mais inusitados e diferentes, como a ictiofobia, o medo de peixes; e a literofobia, o medo de letras - que anda acometendo muito aluno preguiçoso por aí. Quando o medo se torna maior do que a capacidade de viver normalmente, é preciso buscar ajuda psicológica e psiquiátrica. São poucos os que chegam a esse patamar, mas os pequenos temores são muito comuns e acabam nos atrapalhando de várias maneiras no dia a dia.
Por exemplo, o medo de ser rejeitado leva muitos a ficarem quietos quando gostariam de falar, a não se aproximar de pessoas novas com quem sentem vontade de fazer amizade e até a fazer coisas que não querem para ser aceitos pelo grupo. O medo de ser ridicularizado e taxado de chato leva jovens a ficarem calados quando veem atos de injustiça e bullying que acham absurdos, na escola ou mesmo na igreja.
A declaração mais repetida em toda a Bíblia é: "Não temas!" Deus nos convida a viver com coragem para fazer o que é certo, mesmo quando o errado parece ter se tornado a norma. Coragem para professar a fé de manei­ra aberta, confiando na Palavra e em suas idéias aparentemente antiquadas. Coragem para falar de Cristo quando sentimos uma voz interior dizendo que é o momento certo de testemunhar. Temos o Senhor ao nosso lado. Que mal pode nos fazer o homem?

A grande festa
O menino cresceu e foi desmamado. E, no dia em que o menino foi desmamado, Abraão deu uma grande festa. Gênesis 21:8
Imagine a cena: você chega à casa de um amigo íntimo e, quando entra, a casa está cheia. A família inteira se encontra reunida. Há comida especial e uma mesa de doces. Logo você percebe que estão dando uma festa. Como você se sente de casa, não fica com vergonha e pergunta: "É aniversário de quem?" Para sua surpresa, seu amigo responde, com a maior naturalidade: "De ninguém. A festa é porque meu irmão mais novo desmamou."
Para nós, essa situação pareceria um pouco estranha. Afinal, bebês nas­cem, mamam no peito por um tempo e depois param. Quando esse período de laços estreitos entre mãe e bebê acaba, os pais certamente refletem no quanto seu pequenino cresceu, mas ninguém enche balões nem convida os amigos para a festa do desmame.
Contudo, na época de Abraão era bem diferente. O índice de mortalida­de infantil era muito alto. Era grande o número de bebês que nascia e não passava da primeira infância. Por isso, o desmame marcava um rito de passa­gem, um marco de sobrevivência. A família podia comemorar porque aquele neném havia "vingado". Para Abraão, porém, era ainda mais do que isso. Isaque era o filho da promessa, que nascera depois que todas as esperanças humanas haviam acabado, para não ter dúvidas de que era um presente de Deus.
Que festa você poderia dar hoje? Deixe-me ser mais clara: que pequena bênção de Deus em sua vida poderia ser mais celebrada? Às vezes, esperamos tanto um grande momento, como a formatura, a compra de um carro novo, a conversão de um parente, que nos esquecemos de apreciar os pequenos cuidados divinos. É uma pessoa amável que cruza seu caminho em um mo­mento difícil e o faz voltar a acreditar na vida. É o sorriso encantado do irmão mais novo que acha você o máximo e o ajuda a se sentir mais confiante. Afinal, se alguém o admira tanto, deve haver bons motivos para isso, não é mesmo? Pode ser um olhar de compreensão, o almoço preferido em um dia complicado na escola e tantas outras coisas.
Em vez de ficar sempre esperando o próximo grande milagre, tome tempo para apreciar e celebrar as pequenas bênçãos todos os dias. Como diz um antigo e belo hino, ao fazer isso, você verá surpreso o quanto Deus já fez!

Vinte ossos quebrados
Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado. 1 Coríntios 9:27, ARA
Aos seis anos, eu fazia natação e estava aprendendo a pular de ponta. Certa vez, no clube, com minhas primas, decidi demonstrar minhas habilidades e saltei. Errei o cálculo e fui direto com a cabeça no chão da piscina. O susto foi tão grande que nunca mais pulei de ponta, até hoje.
Juliana Veloso é atleta de salto ornamental. Os saltos estão na sua vida des­de criança: aos três anos, começou a praticar ginástica olímpica, mas acabou migrando para os saltos ornamentais. Filha de pais saltadores, tem uma foto com um ano e meio na qual está no colo do pai enquanto ele dá um mortal.
Por causa dos treinos intensivos, Juliana já sofreu mais de 20 fraturas! Em vez de desanimar, como seria compreensível, ela se acostumou a esse "efeito colateral" do esporte e passou a encarar com naturalidade a dor e a recuperação de cada uma das lesões. Ganhou três medalhas em Jogos Pan-Americanos.
Já fraturou a coluna cervical, em um salto de 10 m de altura e precisou interromper os treinos por seis meses. Essa foi a única vez que teve medo de voltar a saltar; mas, com o primeiro salto, o sentimento passou. É ali que ela se realiza. Já fraturou nove dedos das mãos, quebrou quatro vezes o braço esquerdo, teve fraturas na tíbia, duas no pé esquerdo e uma no direito.
Quebrou o punho direito nos Jogos Pan-Americanos de 2003, no impacto com a água, quando a velocidade ultrapassa 150 quilômetros por hora. Mes­mo assim, levou o bronze. Sua reação ao acontecimento? Ela mesma conta: "Ficaria feliz se ganhasse uma medalha cada vez que me quebrasse." Ou seja, para ela, não há dúvida: valeu a pena.
Na vida espiritual, os saltos com batidas e fraturas são inevitáveis. Eles fazem parte do percurso. São momentos em que sentimos com força os ata­ques do inimigo e nos perguntamos por que aquilo está acontecendo. Há pessoas que, ao menor sinal de queda, desistem. Outras, como Juliana, en­frentam as quedas sem medo. Sabem que a dor e as fraturas emocionais e espirituais podem fortalecê-las e aproximá-las de Deus. Que a nossa oração hoje seja por perseverança e coragem para prosseguir fortes após uma queda.

O preferido
Isaque amava mais Esaú porque gostava de comer da carne dos animais que ele caçava. Rebeca, por sua vez, preferia Jacó. Gênesis 25:28
A história dos esportes está cheia de casos de atletas "queridinhos" do téc­nico que são privilegiados em detrimento de outros. Recebem mais opor­tunidades, estão sempre na equipe titular, mesmo não tendo o talento mais destacado. Quando isso acontece, é fonte de insatisfação para os companhei­ros de equipe e para os torcedores, que percebem o fato, mesmo quando ele é negado.
Ter preferência por alguém é natural à personalidade humana. É comum nos identificarmos mais com algumas pessoas do que com outras. É assim que escolhemos nossos amigos e, dentre eles, os amigos mais íntimos. Em princí­pio, não há nada de errado com isso. O problema é quando a preferência afeta o bom senso e a capacidade de julgamento, e passamos a agir com injustiça.
Um dos lugares mais difíceis para lidar com os preferidos é dentro de casa. Mesmo os pais mais amorosos, que verdadeiramente amam igualmente a todos seus filhos, lá no fundo se identificam mais com um deles. Talvez o filho seja mais parecido com esse pai ou essa mãe em temperamento, ou demonstre carinho de maneira mais aberta. Quando essa identificação é dis­farçada, o relacionamento entre pais, filhos e irmãos transcorre numa boa. Mas, às vezes, a preferência é expressa em frases como: "Você deveria apren­der com seu irmão." Outras vezes por meio de favorecimentos e privilégios a um em detrimento do outro. Nesses casos, o cenário para os conflitos fami­liares está formado.
A Bíblia conta que na casa de Isaque e Rebeca era assim. Eles nem escon­diam: o pai preferia o mais velho dos gêmeos; a mãe, o mais novo. O conflito gerou desconfiança mútua. Por sugestão da mãe, Jacó enganou o pai para receber a bênção que pertencia ao irmão. Precisou fugir e nunca mais viu os pais novamente. O reencontro com Esaú foi motivo de muito temor para ele. Em muitos outros momentos da história dos israelitas, os descendentes de Jacó, ocorreram fortes confrontos com os edomitas, os descendentes de Esaú. A preferência dentro de casa levou a uma rivalidade que nem os séculos conseguiram extinguir.
No entanto, há algo muito importante nessa história das preferências: em­bora você não possa mudar a atitude de seus pais, você pode pedir a Deus que o ajude a se controlar, que o ajude a amar de verdade seus irmãos e a construir um relacionamento forte e duradouro de amizade, amor e respeito com eles.

Das ruas para o pódio
Eu sou o SENHOR, que cura vocês. Êxodo 15:26
Nascem duas lindas meninas gêmeas. A mãe sai da maternidade e, por motivos desconhecidos, as entrega na porta da Febem. Ali elas passam os primeiros 18 anos de vida, sem conhecer o colo e o aconchego de quem deveria amá-las de verdade. Esse foi o início da história de Ana Luiza dos Anjos. No Natal e Ano Novo, enquanto outras crianças ganhavam visitas, presentes e iam para a casa dos familiares, ela continuava ali na instituição, sem ter ninguém que a mimasse. Ao longo dos anos, sofreu maus tratos de cuidadores e crianças mais velhas. Foi se desenvolvendo desconfiada de tudo e de todos.
Ao completar a maioridade, foi encaminhada para trabalhar na casa de uma família. Lá ficou por cinco meses, não recebeu salário nenhum e fugiu levando nas malas coisas roubadas da patroa. Foi para a rua, onde morou por 16 anos. Ali se viciou em drogas e passou a liderar uma gangue de meninos assaltantes. Era conhecida como a "tia Punk" e vivia correndo da polícia.
Certo dia, assistiu ao filme Carruagens de Fogo, que conta a história de dois atletas. Sentiu vontade de correr, não da polícia, mas em uma competição de verdade. Mandou os meninos roubarem tênis e roupas de esporte porque correria a maratona de São Paulo. Com tênis apertado, foi uma das últimas a concluir a prova. Porém, aquela maratona mudou tudo. Ela não quis voltar para a vida de crime. Continuou correndo e treinando. Especializou-se na meia maratona. Hoje, aos 53 anos, é uma grande campeã da categoria máster. Já venceu a de Santiago, da Disney e de Miami.
Não sei qual é sua história de vida. Se for um pouco como a minha - com uma família amorosa que cuida de você e supre suas necessidades -, é possível que, ao ouvir a experiência de alguém como Ana Luiza, receba um choque de realidade e perceba como sua vida é boa e sem motivos para reclamar. Ou talvez você tenha feridas emocionais profundas, que podem se esconder mesmo dentro das famílias que todos do lado de fora consi­deram "perfeitas". Saiba que o Senhor é o Deus da cura. Ele é capaz de restaurar até a pessoa que passou pelas mais sombrias experiências. E vai fazer o mesmo por você.

Impossível para quem?
Então o SENHOR perguntou a Abraão: - Por que Sara riu? Por que disse que está velha demais para ter um filho? Será que para o SENHOR há alguma coisa impossível? Pois, como eu disse, no ano que vem virei visitá-lo outra vez. E nessa época Sara terá um filho. Gênesis 18:13, 14
Não sei qual foi a história de seu nascimento. Talvez seus pais tenham planejado e sonhado com a chegada de um bebê e logo você veio, trazendo muita alegria a todos. Talvez tenha vindo de surpresa, antes que todos esperassem, mas a família se alegrou com a notícia, e você chegou enchendo a casa de vida.
Contudo, há duas situações em que a expectativa do nascimento vem cer­cada de sentimentos negativos. Essa pode ser sua história. Talvez seus pais não tenham desejado sua chegada nem aceitado o fato. Essa é uma realidade muito comum e triste, pois nenhum bebê escolhe nascer e cada um merece ter um lar cercado de amor e afeto. Se você sente até hoje a consequência da rejeição de um dos pais ou de ambos, há algo muito importante que preciso lhe dizer: ainda que seu pai e sua mãe não tenham planejado ou desejado seu nascimento, tenha a certeza de que sua vida faz parte dos planos de Deus. Ele sabia desde antes da fundação do mundo que você existiria e tem um propósito muito especial para sua vida. Se falta a você o carinho de um pai, o Pai celestial está mais do que desejoso de suprir esse papel e ser seu Pai em todos os momentos.
A segunda situação em que a expectativa do nascimento gera sentimentos negativos é o total oposto: o casal deseja tanto um bebê, mas tanto, e ele não vem. Passam-se meses e anos de tentativas. Pai e mãe fazem longas baterias de exames. Submetem-se a tratamentos. Preenchem a papelada da adoção. Sentem um vazio nos braços e no peito. Cada bebê que veem na rua lhes lembra do quanto gostariam de estar passeando com seu filhinho.
Sara e Abraão passaram por isso. Eles já haviam até desistido. Quando o Senhor apareceu a Abraão prometendo um menino para o ano seguinte, Sara riu, incrédula. Por isso, o nome do garoto foi Isaque, "ela ri". Esse é o nosso Deus: especialista em causas impossíveis. Nas situações mais desesperadoras, age levando o riso. Para as outras pessoas e até mesmo para você, a situação que enfrenta hoje pode parecer sem esperança; mas não para Deus. Ele tudo pode. Até dar um filho a uma velhinha como Sara. Confie.

Fé em que momento?
Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Jeremias 29:13, ARA
O lutador de boxe Edvaldo de Oliveira tinha um costume interessante: an­tes de entrar no ringue, orava pedindo a Deus que o ajudasse a vencer o adversário sem o machucar. A velocista Rosemar Coelho Neto, classificada para a prova de 100 m rasos nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, afirmou que obteve o índice olímpico graças à fé. Ela disse: "Quando coloquei Deus em primeiro lugar na minha vida, em vez de mim mesma, as coisas mudaram".
Sua colega de revezamento, Kátia Regina de Jesus, chegou à mesma con­clusão: "Um dia puseram uma faca no meu pescoço, mas Deus disse que não era minha hora. Se vou às Olimpíadas é porque ele me deu alguma missão".
Assim como esses três, vários são os atletas que atribuem a Deus suas realizações, vitórias c conquistas. Com certeza, existem esportistas de alto nível que são cristãos lieis e verdadeiros. Infelizmente, há também os que fazem uma total contusão. Pedem ajuda a Deus, Nossa Senhora e Iemanjá ao mesmo tempo - quem responder primeiro, ótimo! Dizem que é Deus quem os faz vencer, mas acreditam em superstições: como usar só determinada peça de roupa na competição, começar o dia com o pé direito ou qualquer outro ritual sem nenhum fundamento. Às vezes, Deus aparece nos agradecimentos, mas não no estilo de vida. A ajuda divina é buscada para ganhar, mas sem o compromisso de uma vida inteira dedicada ao serviço do Senhor.
Lamentavelmente, essa atitude não é exclusividade de alguns atletas. Muitos fazem uma grande confusão nas questões religiosas. Brincam de cristianismo para ver se conseguem as bênçãos divinas. No entanto, quan­do ouvem falar em mudança de vida e obediência, saem correndo. Tratam o Senhor como um sistema ligeiro de drive-thru: querem fazer os pedidos e partir com as bênçãos o mais rápido possível, sem deixar nada em troca, ou pior - oferecendo o dízimo e achando que, dessa forma, já estão fazendo mais do que a obrigação.
Falando por meio do profeta Jeremias ao povo de Israel no período do exílio babilônico, Deus promete ser achado toda vez que o buscamos de todo o coração. Buscar de todo o coração envolve a entrega total do ser a ele, em momentos de necessidade e também de abundância. É permitir que o Senhor esteja no controle sempre, quer ganhando ou perdendo.



Inspiração Juvenil
De Olho no PRÊMIO
Cecília E. Nascimento

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