29 de julho de 2017

Descartando o deus dos deístas

“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do Seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder” (Hebreus 1:1-3).
O século XVIII testemunhou a ascensão de uma ramificação do cristianismo chamada deísmo. Deísmo era uma religião fundamentada no raciocínio humano, em vez de na revelação divina. Foi grandemente estimulada pela ascensão da ciência moderna.
Descobertas como a lei da gravidade, por Isaac Newton, estabeleceram o cenário para os deístas. Eles começaram a ver o Universo como uma grande máquina que funcionava por si mesma, de acordo com as leis da natureza. Naturalmente, ainda assim precisavam de um Deus para criar a máquina e especificar as leis de seu funcionamento. Mas parecia óbvio aos deístas que, uma vez em funcionamento, a máquina cósmica podia funcionar muito bem sem a interferência de Deus.
Assim sendo, o Deus deles não interferia nos assuntos da Terra e de seus habitantes. Depois da criação, Ele saiu de férias, por assim dizer, e deixou a humanidade por conta própria. Como resultado, eles desacreditaram de milagres, revelações sobrenaturais e de todos os outros elos de aproximação entre o divino e o humano.
O Sermão do Monte assume uma posição firme contra tais teorias. Não só era Jesus um divino elo entre o Céu e a Terra por meio da encarnação, mas esse próprio Deus, de acordo com o capítulo 1 de Hebreus, é o Deus Criador e Mantenedor do dia-a-dia da existência.
(...)“Não é em virtude de um poder inerente que a Terra produz ano após ano sua abundância… É por meio de Seu poder [de Deus] que verão e inverno, sementeira e sega, dia e noite se seguem em sucessão regular. É por meio de Sua palavra que a vegetação floresce. … Todas as boas coisas que possuímos, todo raio de Sol e toda chuva, todo bocado de pão, todo momento de vida, é um dom [uma dádiva] de amor” (O Maior Discurso de Cristo, pg. 74 e 75).
Somos agradecidos a Deus porque Ele “faz nascer o Seu sol’ e “vir chuvas”.

http://novotempo.com/amiltonmenezes/2017/07/27/descartando-o-deus-dos-deistas/

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